Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 14.abr.2017, Jeremias 18

Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Não poderei EU fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na Minha mão, ó casa de Israel.
[Isaías 64.8; 45.9; Mateus 20.15; Jeremias 18.4; Daniel 4.23]
No momento em que falar contra uma nação, e contra um reino para arrancar, e para derrubar, e para destruir,
[Jeremias 1.10; 12.14-17; 25.9-14; 45.4; Amós 9.8]
se a tal nação, porém, contra a qual falar se converter da sua maldade, também EU ME arrependerei do mal que pensava fazer-lhe.
[Jeremias 26.3,13; Ezequiel 18.21; Juízes 2.18]

[40110]

2013, não calar, apregoar a Cristo, combater as religiões

.

Milhares de milhares desta humanidade, estão cativos nas religiões, cativos de homens religiosos egocêntricos e detentores da obstinação em usurpar da fé alheia como forma de enriquecimento, poder, status...

Contrários as religiões, muitos crentes verdadeiros têm recebido dia após dia, pela unção do Espírito Santo, entendimento que opõe resistência ao sistema religioso, em especial, o sistema que corrompe mentes e fazem presas pela crendice e meninice no legalismo e fundamentalismo exacerbado, o sistema predatório da religião evangélica, oriunda de antepassados protestantes e da religião católica;

A religião evangélica proliferou nos últimos quarenta ou cinquenta anos, como erva daninha, como joio, abrindo galpões religiosos, verdadeiras sinagogas de satanás [Apocalipse 2.9; 3.9], iludindo multidões de gananciosos por uma vida regalada a farturas, riquezas, são discípulos de Mamom, recusando (como se pudessem) doenças, querendo ser servidos por Deus, menosprezando o Amor puro de Cristo por nós pecadores.

2013
Sem dúvidas, será o ano aceitável do SENHOR, sejamos arautos do Deus vivo, aniquilando os discípulos de Mamom, profetizando pela Palavra de Deus, através das Sagradas Escrituras:

A apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes;” [Isaías 61]

E outra vez, diz:

A pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.” [Lucas 4]

O verdadeiro crente, é instrumento do Espírito Santo, tendo plena convicção em Cristo em defender a Verdade pela fé, sendo usado no combate aos que usurpam da Palavra de Deus [contida na Bíblia];

O verdadeiro crente, contradiz a tudo que se colocar como obstáculo a santificação e paz, afinal, retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, é poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes da Palavra de Deus [Tito 1];

O verdadeiro crente deve se apegar à mensagem tal como lhe foi ensinada pelo Espírito Santo, pois ela é de confiança; assim poderá não só encorajar os outros pelo verdadeiro ensino, como também convencer aqueles que se opõem a esse ensino do Santo Espírito de Deus.

O mundo das religiões está enfestado de heresias, vivem pela apostasia; as chamadas “igrejas” são comandadas e chefiadas por lobos travestidos de cordeiros [pastor, bispo, missionário, padre, blá, blá, blá]; entretanto; infelizmente, há uma maioria disfarçada de cristãos comprometida em financiar estes redutos religiosos, são financiadores dos lugares apelidados de “igrejas” que, por satanás, aludem em engano proposital, como sendo obra de Deus.

Lugares apelidados de “igrejas”
1 igreja instituição, igreja física
2 instituições religiosas com placas de “igrejas”
3 denominações ou congregações ou comunidades evangélicas
4 igrejas evangélicas, católica
5 sistema religioso, cristianismo, religiões

Retenhamos, pois, a verdade que liberta, não importa estar dentro de uma “igreja”, afinal, não fazem falta nenhuma as “igrejas” (em especial as evangélicas).

2013 
O que importa é perseverarmos em Cristo, como Paulo inspirado por Deus, assim asseverou:

Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” [Judas].


Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Deus eternamente;
Nos interesses da Igreja que Cristo edificou. Amém.

.

O esperto ao contrário pensa em ‘ir’ a igreja

.

Cristo foi cristalino, explícito, subjetivo: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” [João 16].

Entretanto, contrários ao que expos o Filho de Deus, que as nossas enfermidades e dores levou sobre si; milhares têm buscado os lugares apelidados de ‘igrejas’, vivem do despautério que nestes lugares se encontra abrigo de paz, aconchego e cobertura espiritual.

Não podemos deixar que os religiosos nos enganem, por que quando se busca a Deus [Jeremias 29.13] e medita (estuda) dia e noite a Palavra de Deus [contida na Bíblia], o Espírito Santo nos torna autodidata, e porquanto, a “unção que recebemos dEle, fica em nós, e não temos necessidade de que alguém nos ensine; mas, como a Sua unção nos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela nos ensinou, assim nEle permanecemos” [1João 2].

É triste saber que milhares de frequentadores de lugares apelidados de ‘igrejas’, que chegam até a brigar e enfurecer quando desmascaramos a religiosidade, aceitam a crendice da importância em si dos lugares (prédios) que chamam de ‘igreja’, se sujeitam a serem espertos ao contrário; e porque afirmo isto??

Ora, a Palavra de Deus [contida na Bíblia] não ensina que lugares ou prédios é uma ‘igreja’, pois, o significado desta palavra biblicamente falando, nos dá entendimento que a ‘Igreja’ são pessoas;

Cristo se deu a Si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para Si um povo Seu especial, zeloso de boas obras [Tito 2] constituindo para Si um edifício espiritual, a Igreja, da qual, nós, como pedras vivas, somos edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus pelo próprio Cristo [1Pedro 2];

Para tanto, não são necessários lugares ou locais (apelidados de templos) para se constituir uma ‘igreja’, e nem tão pouco, somente se constitui uma ‘igreja’ se estiver somente reunidos nos lares;

O ensinamento bíblico é enfático quando nos testifica da reunião dos que professam a Cristo como Senhor e Salvador, sabendo que, a reunião dos professos não é explicitamente a “Igreja”; esta reunião, assembléia dos crentes, é a comunhão em união dos irmãos em Cristo, que, quando se ajuntam, cada um de tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação; fazendo tudo para edificação [1Coríntios 14].

Assim, a verdade pela Palavra de Deus [contida na Bíblia] testifica que a Igreja de Deus são pessoas, os professos em Cristo como Senhor e Salvador [Romanos 10] que são chamados para sair do pecado e pertencer tão somente a Ele e não aos lugares apelidados de ‘igrejas’...

Enfim, pela Palavra de Deus [contida na Bíblia] não é errado se reunir em Cristo [Mateus 18.20], sejam nos lares ou em lugares específicos para este fim; porém, não é justo diante de Deus, é viver sem razão, sem a mente de Cristo, o dar importância aos lugares da reunião e chama-los de ‘igrejas’.


Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Deus eternamente;
Nos interesses da Igreja que Cristo edificou. Amém.

Despautério
1 Grande disparate; tolice de marca maior. = CONTRA-SENSO, DESCONCHAVO, DESPROPÓSITO

Lugares apelidados de ‘igrejas’
1 igreja instituição
2 instituições religiosas com placas de ‘igrejas’
3 denominações ou congregações ou comunidades evangélicas
4 igrejas evangélicas, católica
5 sistema religioso, cristianismo, as religiões

Doutrina de Cristo, bíblica, versus doutrina dos homens


Na doutrina de Cristo, bíblica,"amor a obra" é amar ao próximo como a si mesmo, dedicando nossas dádivas aos menos favorecidos;
Na doutrina dos homens, usa-se o “amor a obra” para a manutenção e aquisição de patrimônio material dos lugares apelidados de ‘igrejas’.

Na doutrina de Cristo, bíblica, Deus é por todos e o Espírito Santo opera todas as coisas, repartindo particularmente a cada um como quer [1Coríntios 12];
Na doutrina dos homens, Deus é ‘exclusividade’ de alguns poucos “santinhos religiosos”, chamados de líderes.

Na doutrina de Cristo, bíblica, as reuniões dos irmãos em nome de Cristo, cada um tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação, faz-se tudo para edificação [1Coríntios 14] pela intervenção do Espírito Santo;
Na doutrina dos homens, as reuniões, pré determinadas, liturgias religiosos, somente a liderança é que fala e que intervém, ditando qual e quem pode falar.

Na doutrina de Cristo, bíblica, as coletas de ofertas (conforme proposto no coração de cada um, sejam em forma de dízimos) são distribuídas aos pobres e necessitados e entre os irmãos mais necessitados [Atos 2];
Na doutrina dos homens, as ofertas e dízimos são investidos na manutenção de prédios, compra de imóveis, bem móveis, sustento das famílias dos que fundaram e criaram as instituições religiosas apelidadas de ‘igrejas’.

Na doutrina de Cristo, bíblica, as reuniões entre irmãos em nome de Cristo, realizam-se nos lares ou lugares mais amplos que os irmãos disponibilizam;
Na doutrina dos homens, as reuniões somente devem ser realizadas nos lugares de propriedade ou de patrimônio de uma organização religiosa apelidada de ‘igreja’.

Na doutrina de Cristo, bíblica, a Ceia, anunciando a morte do Senhor até que venha, realiza-se pelo Pão Vivo a quem devemos comer, não pela boca, mas pelo ENTENDIMENTO e através de um coração PURO, onde cada qual examina-se a si mesmo, e ninguém é de importância a não ser o SENHOR;
Na doutrina dos homens, o ritual da Ceia torna-se um momento em que o líder é o exponencial da cerimônia, tudo tem que passar por suas mãos e se assim não for, nada é feito, tudo é por sua imposição, quem deve ou não participar.

Na doutrina de Cristo, bíblica, o ensino é ministrado por irmãos idôneos na unção do Espírito Santo [1João 2], que dia e noite meditam na Palavra de Deus [contida na Bíblia] e nada mais;
Na doutrina dos homens, os ensinos são somente através de obreiros que cursaram a teologia da denominação apelidada de ‘igreja’, direcionado aos usos e costumes e tradições religiosas de acordo com a entidade eclesiástica (como batistas, assembleianas, pentecostais, reformadas, blá, blá, blá).

Na doutrina de Cristo, bíblica, os irmãos mais experimentados na Palavra e que receberam os dons ministeriais não se locupletam de títulos [Efésios 4], apenas se dizem “irmãos”, são conservos que dão toda a honra a Deus;
Na doutrina dos homens, os títulos e cargos são de extrema importância, quanto mais cursos acadêmicos o indivíduo tiver, maior respeito e credibilidade terão por que dizem ser "ungidos".

Na doutrina de Cristo, bíblica, a importância da reunião está em Cristo;
Na doutrina dos homens, a importância da reunião é no local em que se reúne.

Na doutrina de Cristo, bíblica, a unção é pelo Espírito Santo [1João 2.20,27];
Na doutrina dos homens, a unção é dada pelos lideres para outros homens.

Na doutrina de Cristo, bíblica, a promessa de Deus é a vida eterna [1João 2.25], pois, quem perseverar até ao fim, esse será salvo [Mateus 10.22; 24.13; Marcos 13.13];
Na doutrina dos homens, as promessas são evasivas e prometidas pelos lideres na barganha de ofertas e dízimos, ou de quem dá mais.

Enfim, a doutrina de Cristo, bíblica, nos traz liberdade, ora, o Senhor é Espírito, e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade [2Coríntios 3];
A doutrina dos homens faz presas, retendo símbolos, memórias, recordações, usos, hábitos humanos, deixando o mandamento de Deus, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo [Colossenses 2].


Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Deus eternamente; nos interesses da Igreja que Cristo edificou. Amém.

.

A teologia nem sempre é a verdade de Deus.


É louvável que as pessoas estudem a Palavra de Deus??
Certamente, e necessário se faz.

Entretanto, temos que abrir parênteses para as coisas que são de Deus e as que são de homens, e neste meio, inclui-se a teologia.

Deus requer de todos, os que professam a Cristo como Senhor e Salvador, que busquemos o entendimento de Sua Palavra [contida na Bíblia]; meditando dia e noite [Josué 1], em estudos sistemáticos da Palavra, até que todos “cheguemos a unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, a medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente”.

É necessário entender que a Bíblia, pelo passar dos séculos, sofreu e sofre diversas alterações, e os estudos acadêmicos teológicos são sem dúvidas baseados na Bíblia, e, por conseguinte, elaborados por homens e estes estudos coadunam com as tradições, usos e costumes da igreja instituição e divididos por denominações e instituições religiosas (lugares apelidados de ‘igrejas’), como as batistas, as assembleianas, as pentecostais, as reformadas, blá, blá, blá.

E para esclarecimento, as instituições religiosas (lugares apelidados de ‘igrejas’, a igreja instituição) requerem para os candidatos aos cargos eclesiásticos (pastores, presbitério, diaconato) que façam cursos teológicos, e sempre, estes cursos serão em conformidade com a denominação, ou, a teologia direcionada as tradições religiosas;

Não devemos menosprezar aos que possuem estudos acadêmicos, teológicos, porém, isto não é fundamento para que o indivíduo se ache “homem de Deus”; não é fundamento para que o pastor ou pregador teólogo se ache o néctar da sabedoria...

Afinal, o Senhor Deus tem chamado e capacitado aos que Lhe amam, e joga por terra toda a soberba da sabedoria teológica, testificando pela Palavra que, a capacidade dos Seus servos não é medida por estudos teológicos, títulos eclesiásticos e canudos acadêmicos, pois, é o SENHOR quem capacita a quem escolheu.

Moisés: “ Então disse Moisés ao SENHOR: Ah, meu Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua. E disse-lhe o SENHOR: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.” [Êxodo 4]

Isaías: “Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos. Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniquidade foi tirada, e expiado o teu pecado.” [Isaías 6]

Jeremias: “Então disse eu: Ah, Senhor DEUS! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino. Mas o SENHOR me disse: Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar, falarás.” [Jeremias 1]

Aos que possuem estudos teológicos, acadêmicos, títulos honoris causa, são letrados nos mais diversos cursos de divindade, conhecem hebraico, digo que, em nada influencia a ser ou não de Deus, apenas são coisas pessoais, de cunho restrito a quem os possui; porquanto, guarde-os para si mesmos.

Por fim, a teologia traz conhecimento, sabedoria, as pessoas conhecem a Deus, entretanto, sem temor, apenas conhecem da existência de Deus;
Porém, de Deus, buscamos e somos capacitados ao entendimento pela Sua Palavra e assim, passamos a servir ao SENHOR com temor, e alegramos com tremor.


Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Deus eternamente; nos interesses da Igreja que Cristo edificou. Amém.


Coadunar
1 Juntar em um.
2 Conciliar.
3 Ligar.
4 Combinar.


Crentes, convertem, e evangélicos se convencem!!

[]

Verdade absoluta:
Deus não é ‘exclusividade’ de alguns poucos santinhos religiosos, Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu Filho Unigênito, que sofreu e morreu por ‘todos’ na cruz do Calvário levando sobre Si nossas transgressões e não para meia dúzia.

Louvemos ao Senhor por nos dar 'entendimento' para que tudo quanto façamos, façamos para honra, glória e louvor dAquele que em tudo excede o excesso da sabedoria, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Pois bem, entende-se que aqueles que com a boca confessam ao Senhor Jesus, e em seus corações creem que Deus O ressuscitou dentre os mortos, serão salvos, e porquanto, crentes em Cristo Jesus; necessitamos, portanto, nos aprimorar em nossas posturas diante a sociedade como um todo, e trazer o engrandecimento do Reino de Deus sobre a face da terra, sendo sal e luz.

Muitos se passam por religiosos e por suas expressões querem demonstrar que acreditam em Deus, fazem-se evangélicos, o que comumente querem mostrar que vivem o evangelho (notou, evangelho, evangélico, parecem ser a mesma coisa, mas não é).

A maioria dos evangélicos se mostra ao kosmos (mundo organizado) através de um linguajar, com expressões e jargões religiosos, tirados do contexto bíblico, porém usados de forma descontextualizada, que em nada ajuda aos menos entendidos e não traz edificação alguma; muitos fazem uso deste linguajar para ser aceito e fazer parte deste grupo religioso que diz ser o cristianismo.

Contrários ao ensinamento da Palavra de Deus (contida na Bíblia), a maioria dos evangélicos vivem dos ensinamentos da igreja instituição (os tais lugares que colocam uma placa de “igreja”):

- se dizer ser salvos ainda nesta vida;
Não obstante, a salvação, inclusiva no evangelho, reúne em si todos os atos e processos da redenção, tais como, justificação, redenção, graça, propiciação, perdão, santificação e por conseguinte, glorificação, porquanto, a salvação somente cumprir-se-á tão somente na glória, em Cristo; Filipenses 1.6.

- amarram ao diabo;
Contudo, o diabo será amarrado por Deus, e num futuro próximo, ainda não foi; Apocalipse 20.1-6.

- tudo que seus lideres dizem é impactante;
Vivem conforme a igreja de Tiatira, pois, são prevalecentes na tendência de tolerar o pecado, a iniquidade, e o ensino antibíblico entre seus líderes, compactuando com seus erros, afirmando que eles são “ungidos” (patético); Apocalipse 2.

- dizem tomar posse de bênçãos da Antiga Aliança;
As bênçãos que são testificadas pelo Antigo Testamento faziam referência tão somente a nação de Israel, a nação eleita; a ninguém mais.

- tudo podem nAquele que fortalece, em geral assim afirmam para os ganhos e prosperidade material;
Em contrapartida, a Palavra de Deus (contida na Bíblia) testifica que os crentes são fortalecidos por Deus em estar abatidos, e também em abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas serem instruídos, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade; Filipenses 4.10-23.

- querem misericórdia para tudo, de uma simples conversa a um problema de trânsito;
Erroneamente é suplicar por Deus que tenha misericórdia a qualquer coisa, por que a misericórdia é compaixão, amor e graça de Deus para com o ser humano, manifestos no perdão, na proteção, no auxílio, e já nos foi derramada pela morte de Cristo na cruz; 2Pedro 3.9.

- entregam dinheiro nas mãos de lideres religiosos e se dizem fiéis a Deus;
Esta questão é cansativa de se expor, porém, é um dos maiores dogmas, ensino maligno, que as lideranças religiosas embutem nas mentes incautas e inconstantes (insanos mesmo) em se dar dinheiro e não querem saber para o fim que se fizer, mas, Deus adverte que não devemos confiar no “homem”; Jeremias 17.5.

- querem bênçãos materiais para esta vida;
Porém, a morte de Cristo na cruz do Calvário nos foi para trazer salvação, e Ele somente nos fez uma promessa, a vida eterna; 1João 2.25; e se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens; 1Coríntios 15.19.

- exaltam-se por irem num lugar com placa de “igreja”;
Isto é um erro enigmático e maligno, pois que, exalta-se é em Deus e não lugares; Isaías 25.1.

- chamam os lugares que se reúnem (“igrejas de tijolos”) de sagrados;
E somente o SENHOR Deus é santo; Isaías 25.1.

- chamam a todos de “irmão”, “amado” ou “querido”, de forma hipócrita;
Recebe-se como irmãos, aqueles que professam uma mesma fé em Cristo para salvação de almas, e não os que são seguidores de religiões (católica, evangélica, espírita, “cristianismo”, blá. blá, blá); Hebreus 2.10-18.

- se dizem já ser vencedores em Cristo (nas coisas materiais, no enriquecimento);
Todavia, ser mais que vencedor por Aquele que nos amou, é na tribulação, ou é na angústia, ou é na perseguição, ou é na fome, ou é na nudez, ou é no perigo, ou é na espada; Romanos 8.31-39.

- como o fariseu em Lucas 18.11,12, se exaltam por serem ofertantes, dizimistas na igreja instituição (“igrejas de tijolos”);
Neste sentido, Deus tem desprezado aos que se auto exaltam, mas, justifica os que se humilham; Lucas 18.4.

Biblicamente, o contexto da Palavra de Deus (contida na Bíblia) testifica e visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela Sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação [1Coríntios 1]; e para isto, assim os crentes:

- se apresentam a Cristo, vivendo como servos inúteis [Lucas 17.10];
- como Paulo, se acham miseráveis [Romanos 7.24];
- buscam a Deus mostrando ser pecadores e rogam pela misericórdia divina [Lucas 18.13];
- se contentam com o que possuem [1Timóteo 6.8];

Mais prudente, é entendermos a postura dos crentes e os das religiões (neste texto, o cristianismo pelos evangélicos), quando nosso Senhor e Salvador nos faz referência do reino dos céus, em Mateus 25, onde será semelhante a dez virgens, e cinco delas eram prudentes, e cinco loucas.

As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; é como a maioria dos evangélicos que se dedicam na religião no intuito de resolverem problemas desta vida terrena...

Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas; como os crentes que se apresentam a Deus seguindo a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o SENHOR [Hebreus 12].


Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Deus eternamente; nos interesses da Igreja que Cristo edificou. Amém.

.

A importância em estudar a Palavra de Deus. Títulos de nada servem...

Grande verdade, é que muitos estudiosos da Palavra de Deus querem se mostrar mais sábios e entendidos que outros através de seus títulos, os tais PhD’s, Th.M's, mestres em divindade, doutor, apóstolos, reverendos, e tantas outras nomenclaturas eclesiásticas, tendo até “patriarca”(rsrsrsrsrs)...

Não sou contrário aos que frequentam ou a “alguns” que dirigem a igreja instituição, mas, sou contrário aos ensinamentos, dos dogmas e sofisma, crendices, fantasias e mentiras que se apresentam na igreja instituição, tendo plena convicção em não ser contrário aos que estudam e buscam “conhecimento” bíblico através de cursos teológicos, e é de exponencial importância entender que a TEOLOGIA nada mais é que, estudos elaborados por homens, criados, e estabelecidos por vontade própria daquilo do que eles, homens, acham quem seja e qual seja a vontade de Deus, e, portanto, não é propriamente o que seja a Verdade sobre o Criador!!

O que sou contrário, e sempre estou no embate, é quanto a presunção dos que estudam os tais cursos seculares de teologia e querem pôr a vista, manifestar ou patentear-se dos títulos, querem ser conhecidos por que estudaram cursos seculares teológicos, engrandecem-se a si mesmos por estes títulos vangloriando-se de saberem mais que os outros (se é que sabem??)...

... e os que professam a Cristo como Senhor e Salvador, fazem tudo é para engrandecer ao Reino de Deus, importando que Cristo cresça e nós, por conseguinte, diminuímos!!

Entendo para o que atenta prudentemente, para a instrução prospera, e o que confia no SENHOR é bem-aventurado; e se analisarmos em negativo esta expressão bíblica, nos deparamos que a razão do crente não prosperar é a falta de atentar ou estudar prudentemente a Palavra, e não estamos falando de prosperidade material, mas de entendimento.

A maior parte dos que dizem ser povo de Deus, superficialmente atenta, mas, não o faz com prudência! Pedro e João eram sem letras e indoutos, mas, ousados na Palavra [Atos 4];

E, outra grande verdade, se o estudo não for pela unção do Espírito Santo, de nada há proveito, há somente presunção e soberba, pois que, somente somos ensinados ao entendimento de qual seja a boa, agradável e perfeita vontade divina pela unção de Deus Pai e não em bancos acadêmicos...

... não há argumentos dos acadêmicos eclesiásticos contra a Verdade que diante Deus são desnecessários os cursos teológicos:

E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo.
E a unção que vós recebestes dEle, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a Sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como Ela vos ensinou, assim nEle permanecereis.
” [1João 2]


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.

.

Novas provas científicas sobre o dilúvio bíblico são apresentadas

Cientista cristão apresenta novas “provas” do dilúvio bíblico, afirmando que esse foi o maior evento geológico da história e causou a separação dos continentes. 

Durante décadas, os livros de ciências das escolas têm ensinado que a Terra tem bilhões de anos e tudo começou com a explosão do Big Bang. Mas Walt Brown, diretor do Centro Científico de Criação, no Estado do Arizona, questiona isso.

Ele é formado pelo Instituto Militar de Ensino Superior de West Point, tem um Ph.D em Engenharia Mecânica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, é membro da National Science Foundation, atuou como professor titular da Academia da Força Aérea e foi chefe de Estudos Científicos e Tecnológicos no Air War College.

Hoje ele se define como um “cientista cristão”, mas conta que viveu anos sendo um ateu defensor do evolucionismo. Brown está bastante familiarizado com todos os argumentos contra os relatos bíblicos, mas hoje se dedica a pesquisar e escrever sobre os aspectos científicos dos relatos de Gênesis. Durante décadas, as descobertas de Brown foram ignoradas pela comunidade científica e nenhuma revista científica importante quis publicar seus textos. Mesmo assim, ele chegou à oitava edição de seu livro “In the Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood,” [No Princípio: Evidências da Criação e do Dilúvio], onde ele apresenta dados e defende a teoria do “hydroplate”, que procura comprovar que a Terra apresenta características geológicas que possui apenas 5.000 anos e que os fósseis comprovam isso.

Ele também afirma que o dilúvio global narrado em Gênesis 7 foi o mecanismo que criou os fenômenos geológicos, astronômicos e biológicos que conhecemos hoje.

A principal motivação que impulsionou o professor Brown a fazer essas pesquisas é sua “missão” de oferecer respostas científicas aos estudantes cristãos que muitas vezes são desafiados por teorias darwinistas dentro da sala de aula. Para ele, a fé pode ser acompanhada de dados científicos observáveis e calculáveis.

De acordo com seu livro, a Terra era um lugar extremamente diferente antes de o dilúvio de Noé. Os oceanos eram muito mais rasos e as montanhas muito menores. Ele aponta ainda que não é por acaso que existem cerca de 230 relatos sobre uma grande inundação nas diferentes culturas do mundo. Quase todos eles possuem muitos elementos em comum, incluindo um sobrevivente e sua família e uma embarcação.

Brown afirma que “a profundidade da água seria de 3.000 metros em todos os lugares”, se a superfície da Terra fosse completamente lisa, e que isso cobriria as montanhas de baixa altitude que existiam na época do dilúvio. Aliando o relato bíblico a dados geológicos, ele procura mostrar como a própria Bíblia fala sobre torrentes subterrâneas de águas e que o dilúvio uniu água vinda “de baixo” e “de cima”.

“Cerca de metade da água que temos agora nos oceanos estavam em câmaras localizadas a cerca de 10 quilômetros abaixo da superfície da terra”, explica Brown.

Forças catastróficas empurraram blocos de terra e pedra para cima, formando montanhas com centenas ou até milhares de metros de altura.

“Na crosta terrestre pré-dilúvio havia mares superficiais e mares subterrâneos. No entanto, nem toda a água subterrânea subiu para a superfície durante o dilúvio, afirma o cientista. Ele argumenta que os terremotos até hoje fornecem evidências de que ainda existem oceanos de água sob a crosta. Os canais subterrâneos de água podem transmitir rapidamente milhares de quilômetros de ondas de choque a partir do epicentro.

Efeitos dessa transmissão são evidenciados em torno dos lagos, onde a crosta é mais fina. Se as ondas de choque atingissem rocha sólida, em vez de água, os efeitos do terremoto nunca iriam se estender a grandes distâncias, como vemos muitas vezes.

A pressão da água sob os quilômetros de rocha ao longo dos séculos esticou a superfície como um balão inflável”, diz Brown. Se essa pressão foi liberada, uma crosta de 10 quilômetros de espessura “abriria-se como um rasgo em um pano bem esticado”, explica Brown. “A pressão das câmaras subterrâneas diretamente abaixo da ruptura caiu de repente [e] gerou uma fenda com milhares de quilômetros de profundidade”, explica. Seria o equivalente ao impacto de 1.800 trilhões de bombas de hidrogênio, que rasgaram a crosta terrestre no meio do Atlântico.

“Ásia, Europa, África e as Américas eram um bloco único de Terra, no que é agora o Oceano Atlântico”, afirma Brown, acrescentando que foi essa “ruptura” que separou os blocos de terra que hoje chamamos de continentes. O processo todo teria empurrado o eixo do planeta, causando mudanças bruscas, o que explicaria como restos de animais e plantas tropicais puderam ser encontrados no alto de montes onde hoje existe neve perpétua. Segundo o professor Brown, esse acontecimento cataclísmico teve efeitos geológicos profundos.

“Á água jorrou tão alto que passou acima da atmosfera, onde congelou e caiu sobre várias regiões da terra, gerando uma enorme massa de frio extremo… Esse granizo enterrou, sufocado e congelou a maioria dos animais”. O planeta ainda está repleto de muitas características topológicas formadas durante o dilúvio. A superfície do fundo dos oceanos são provas desses fenômenos.

“Sulcos profundos, com milhares de quilômetros de comprimento e vários quilômetros de profundidade, encontram-se no fundo do Oceano Pacífico ocidental, em uma área em frente ao Oceano Atlântico”, explica Brown.

O cientista argumenta em seu livro que a explicação dos evolucionistas de que cometas, asteróides ou atividade vulcânica provocaram a extinção dos dinossauros é falho. Ele afirma que apenas uma inundação mundial poderia ter feito esse “enterro em massa” de maneira rápida que fossilizou os animais.

Seus restos mortais teriam apodrecido se eles tivessem morrido sem estarem submersos em água para preservá-los. Brown também explica que a densidade de massa dos fósseis poderiam provar que restos de dinossauros foram submergidos milhares de anos atrás, em uma inundação.

Outra brecha na segurança dos evolucionistas, diz Brown, é que o tecido ósseo e o DNA encontrado em restos de dinossauros não poderiam ter resistido por milhões de anos.

Traduzido e adaptado de WND

Cientistas dizem que Jesus foi crucificado a 3 de Abril de 33

Um estudo conduzido pela International Geology Review concluiu que Jesus Cristo foi crucificado a 3 de Abril do ano 33. Tamanha certeza deve-se ao facto de ter ocorrido nesse dia um terramoto no Mar Morto, a cerca de 20 quilómetros de Jerusalém, que é mencionado na Bíblia.

Apoiados na descrição do terramoto presente no Evangelho segundo Mateus, cientistas analisaram amostras de solo na praia de Ein Gedi Spa, junto ao Mar Morto, detectando vestígios de dois abalos de terra.

Um dos cientistas disse ao Discovery Channel que é sabido que um dos grandes terramotos na região ocorreu quando Pôncio Pilatos era o governador da Judeia. A partir daí o quebra-cabeças começou a compor-se e foi estabelecido que 3 de Abril é a data mais provável.

CorreiodaManha

Mães, feliz todos os dias da mães...

"Porquanto, qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe" [Marcos 3]


Flores


Como Cristo foi crucificado. E você, como carrega a sua cruz??

[]

A morte de Jesus teve início bem antes de ele ser pregado na cruz. Primeiro, Jesus foi submetido a um açoitamento, apenas um dos vários castigos que o enfraqueceriam mortalmente. Preso a uma coluna, Jesus teria sido golpeado nas costas com o flagrum, um chicote com várias tiras de couro e com bolinhas de metal ou lascas de ossos nas pontas... 

Essas pontas penetravam e esfolavam a pele, causando grande hemorragia e atingindo até músculos e ossos. Citada na Bíblia [Mateus 27.29; Marcos 15.17; João 19.2,5], uma coroa de espinhos colocada em Jesus - provocação dos soldados romanos ao "Rei dos Judeus" - aumentaria a hemorragia.

Para ficar mais firme, ela poderia ter sido fixada a paulada, penetrando veias, artérias e nervos espalhados pela cabeça. Os historiadores que estudam a morte de Jesus acreditam que, ao carregar a cruz, ele tenha levado "só" o patibulum - a parte horizontal, com peso de até 27 kg. O mais provável é que ele tenha arrastado a peça. Se estivesse amarrado a ela, cairia com o rosto no chão num tombo.

De acordo com as crucificações da época, o mais comum seria Jesus ter sido pregado no patibulum por três soldados. Um ficava sentado sobre o peito do condenado para imobilizá-lo; outro segurava as pernas e o terceiro era responsável por pregar as mãos. Alguns historiadores defendem que Jesus foi pregado pelos pulsos, ao contrário do que indica a Bíblia [João 20.27]. Mas o médico-legista americano Frederick Zugibe fez testes provando que daria para sustentar o peso do corpo com pregos fixados na palma das mãos.

A cruz dos romanos era um T, sem "ponta" no alto cruzando a parte horizontal. A base dela já ficava enterrada no chão. O encaixe do patibulum era feito com dois soldados erguendo suas pontas, enquanto o terceiro segurava o corpo da pessoa crucificada.

A maneira como foram pregados os pés de Jesus também é polêmica. Zugibe defende que eles foram presos lado a lado, com os pregos cravados entre os ossos metatarsais e as solas encostadas na cruz. Isso teria sido muito mais prático para os soldados romanos. Em várias pinturas, Jesus tem os pés pregados sobre um apoio de madeira. Mas tais quadros só surgiram no século 9.

Existem várias teorias sobre do coração perfurado a derradeira causa da morte. Segundo Zugibe, que pesquisa o assunto há mais de 30 anos, Jesus teria sofrido uma parada cardiorrespiratória, em função de choques causados por hemorragia, dores agonizantes e desidratação. A Bíblia diz que um soldado enfiou uma lança no peito de Jesus para confirmar sua morte. Do corte teria escorrido água e sangue. A água pode ter saído da pleura, membrana em volta do pulmão, que teria acumulado fluidos durante o açoitamento. O sangue viria do coração perfurado.

A imagem clássica da cruz - com ela não na forma de um T - teria surgido por causa de uma placa pregada no alto da estaca horizontal. Nela estava escrito, em hebraico, grego e latim, "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus" - ou INRI, na abreviação em latim.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.


.

Pastores ungidos, azeite da unção dados em "igrejas", bugigangas religiosas. Afinal, porque os evangélicos aceitam estas crendices??

.

Os crentes creem em Deus para salvação de suas almas na pessoa do Filho Amado, jamais se deixam confundir ou iludir com recalcadas parafernálias dos religiosos, que inventam, vivem por fantasias, e neste sentido, milhões de evangélicos se tem feito de presas.

Cristo nos admoestou a que, os sinais seguirão aos que crerem; porquanto, é imprescindível nossa perseverança na Palavra de Deus, devemos dar lugar a que o Espírito Santo fale em nossos corações, e não que estejamos de ouvidos a ouvir qualquer coisa;

Não é por que o fulano ou ciclano usam um terno e tem cartirinha eclesiástica, ou que se diz pastor-chefe, ou se apresenta como oficial com autoridade hierárquica sejam alguma coisa; para mim não passam de miseráveis homens religiosos;

Os homens de Deus tem um chamado é de Deus, são escolhidos pelo SENHOR que lhes dá dons ministeriais [Efésios 4.10] e não é por escolha de outros homens, e muito menos por que fizeram cursetos teológicos, e muito menos por que são filhos, genros de outros pastores.

Nossa geração (este tempo presente) tem o privilégio em possuir, em cada lar, pelo menos um exemplar da Bíblia (livro que contém a Palavra de Deus, algumas com diversas alterações, mas temos), e mesmo assim, são milhões e milhões de pessoas que andam ouvindo qualquer baboseira que se fala nos palcos religiosos, que alguns chamam de púlpito, outros de altar (o certo é que, se estes lugares de vantagem concedido a alguns, com exclusão de outros, fossem um altar a Deus, por certo, o SENHOR já havia consumido todos a fogo, como fez nos tempos de Moisés aos seguidores de Coré, Números 16).

Pois bem, sabemos que a Igreja de Cristo são pessoas, única; a Palavra de Deus exorta em não nos dividir, “conhecendo Ele os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino, dividido contra si mesmo, será assolado; e a casa, dividida contra si mesma, cairá” [Lucas 11], e neste sentido, Paulo afirma da Igreja [1Coríntios 1-12,13];

A “universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus” [Hebreus 12] está em todo lugar, santificados em Cristo Jesus, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso; porquanto, não se pode afirmar que a “igreja” é um lugar fixo, paredes fixas, um lugar geográfico.

Então, como sabemos pela Palavra de Deus da definição da Igreja; de que não tem um chamado divino qualquer um que se apresenta como pastor, bispo, apóstolo(??) ou seja lá o título que for; de que “altar” em lugares com placa de “igreja” não são de importância alguma; deve-se, todos, os que já conhecem a Deus e outros que O venham conhecer, por conseguinte, se precaver das gambérrias que homens religiosos têm criado para enganar multidões (e como enganam).

E, estas enganações, dentre outras são:

Ungidos de Deus
A Palavra de Deus não testifica que são ungidos do SENHOR os homens religiosos, os pastores, bispos, apóstolos(??);

Afinal, “não toqueis no ungido do Senhor” foi a referência que Davi fez de Saul, que foi ungido rei de Israel, porém, este mesmo Saul perdeu esta unção, que foi derramada sobre Davi [leia sobre estes reis, únicos ungidos pelo SENHOR em 1Samuel]...

Ora, “não toqueis no ungido do Senhor” é uma desculpa demoníaca que muitos líderes(??) evangélicos têm usado para esconder algo, aliás, é uma situação patética querer “tentar” amedrontar alguém com o cansativo “ungido do Senhor”, muitos tomam uma bruzuntada de óleo (de cozinha) na cabeça e se acham os ungidos da vez. É cômico, e triste saber que os evangélicos aceitam isto!!!

Unção de pastores
Ninguém tem condições diante de Deus a ficar ungindo a torto e a direito, ninguém tem como dar unção alguma; antes a Palavra de Deus afirma que a unção que recebemos é somente pelo Espírito Santo [1João 2.25];

A única situação pela unção (com azeite) que encontramos pelo testemunho e exortação da Palavra de Deus, é quanto aos enfermos [Tiago 5].

Azeite da unção
Quando se medita na Palavra de Deus, encontra-se em Êxodo 30.22-33, o relato sobre Deus determinando o azeite da Santa unção que tinha propósitos específicos na tenda da congregação, arca do Testemunho e na consagração dos sacerdotes;

Porém, é imprescindível salientar que o azeite da Santa unção não poderia ser usado afim de outros propósitos, e para tanto, adverte o SENHOR:
Não se ungirá com ele a carne do homem, nem fareis outro de semelhante composição; santo é, e será santo para vós.” [Êxodo 30.32]
Porquanto, não há procedentes bíblicos para se afirmar que um “óleo” seja o azeite da unção, e que há poder de Deus sobre ele, é presunção.

Bugigangas religiosas
Pulseiras, canetas, toalhas, martelos, vasos, “ungidos”??
Tudo quanto se “vende” (aliás, na mentira, dizem, adquirir estas bugigangas como ofertas) nos lugares com placas de “igreja” não tem propósito de Deus, é um comércio religioso que somente visa enriquecer os tais pastores, bispos, apóstolos(??);

Lugar com nome de “igreja”
Cristo veio ao mundo fazendo-se sacrifício para trazer salvação aos pecadores, e, portanto, quando O aceitamos como nosso Senhor e Salvador, nos abstemos das coisas do mundo, somos pertencentes a Igreja de Deus, Efésios 2, então, lugares com nome de “igreja” ou templos nomeados de “igreja” nada são, somente são lugares de encontro!!


Na verdade, muitos se acham afrontados com minhas mensagens, entretanto, somente quero demonstrar que, Cristo veio ao mundo para salvação, e não para dar privilégios a uma meia dúzia...


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.

Gambérria
sf 1 Rasteira; 2 Ação destinada a enganar alguém. = ARDIL, EMBUSTE, LOGRO, TRAPAÇA; 3 Disputa, briga.

Igreja nos lares: não é uma opção, é realidade fiel

.
Em linguagem bíblica, o objetivo da Igreja é sustentar o testemunho de Jesus [Atos 1], para que todos possam vê-Lo, que todos possam ver a Luz;

A Igreja não tem por propósito atrair pessoas para ela, mas, conduzir pessoas a Cristo!!

Em momento nenhum, os que defendem os cultos nos lares dizem ser como o único e ideal, apenas, afirmamos que a igreja instituição (a maioria das igrejas evangélicas e a católica) é que tem desviado da sã doutrina apregoada pelos servos de Cristo na simplicidade do evangelho para salvação de almas; em função deste desvio, milhares estão tendo entendimento pela ação do Espírito Santo e se desviado da igreja instituição.

Aprendendo com a Palavra de Deus, meditando nos relatos bíblicos, testifica da presença de Jesus e Seus discípulos, da Igreja nos lares, nas casas:
- Jesus ministrou nas casas de seus discípulos, curou a sogra de Pedro [Marcos 1]; jantou com Levi e outros pecadores [Marcos 2];
- Ensinou e fez milagres, ressuscitou mortos, ministrou libertação, foi ungido por uma mulher, nas casas, nos lares [Marcos 3; 5; 7; 14];
- Nas casas compartilhou instruções com Seus discípulos [Marcos 7; 9; 10; 14; 16];
- Instruiu pessoas curadas, admoestando que sua nova vida começa em casa. Libertando o endemoninhado gadareno, disse:
Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti [Marcos 5];
- Ensinava nas casas dos fariseus, pecadores, e por várias vezes de gente mui amada [Lucas 10, João 11; 12];
E quando Jesus chegou aquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa. [Lucas 19]
- Ordenou aos Seus discípulos ministrarem nas casas, nos lares [Mateus 10] e aos setenta [Lucas 10];
- Após a ascensão de Cristo aos céus, Seus discípulos permaneceram reunidos em uma casa [Atos 1];
- O glorioso dia de Pentecostes ocorreu numa casa [Atos 2];
- A Igreja cresceu em quase três mil pessoas em uma pregação, mas, conservaram as reuniões nos lares [Atos 2];
- As reuniões nos lares firmavam uma ação evangelística [Atos 5]; a casa de Cornélios [Atos 10];
- Saulo foi restaurado em uma casa [Atos 9];
- Nos lares, havia contexto de curas, Dorcas [Atos 9], visões como a de Pedro [Atos 10], reuniões como Igreja, como na casa de Maria, mãe de Marcos [Atos 12];
- Enfim, Paulo em saudações, fez menção da Igreja que se reunia nos lares [Romanos 16; 1Coríntios 16; Colossenses 4; Filemom 1].

Entretanto, não há nenhum relato bíblico que comprove ou sustente a necessidade de se construir lugares e chama-los de “igreja”!!

Como testifica a Palavra de Deus, Jesus desenvolveu grande parte de Seu ministério nas casas, nos lares, participava de festas públicas, entrava nas sinagogas; e, denunciou os religiosos de o tempo de Seu ministério terreno, por que aqueles exibiam uma fé hipócrita, como a maioria dos religiosos [pastores, bispos, apóstolos(??), padres] de nosso tempo.

Alguns lideres evangélicos querem de maneira diabólica, subjugar outros, denegrindo aos irmãos que se reúnem em seus lares, por que pelos relatos bíblicos muitas foram as reuniões em nome de Cristo nos lares, nas casas, por em verdade, a Igreja nos lares quando se reúnem, o fazem em nome de nosso Senhor Jesus Cristo e para isto, Ele mesmo nos asseverou quando diz:
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. [Mateus 18]
Aliás, Cristo nada diz que Ele estará em meio somente se estiver reunidos numa igreja instituição ou local com placa de “igreja” ou “casa de oração”.

Cobertura Espiritual

Há uns tolos e hipócritas pastores que querem insinuar de forma leviana, com o intuito de ludibriar os pequenos na fé, que os desigrejados não querem ter pastor, e que querem viver sem estar debaixo da orientação de um pastor; ora, ninguém deve por orientação bíblica viver sob a ação, a lide de um pastor, bispo, apóstolo(??); a Palavra de Deus diz que o “pastor, bispo, apóstolo(??)” não tem domínio sobre o rebanho de Deus [1Pedro 5], mesmo por que, a sagrada Palavra admoesta que "maldito o homem que confia no homem" [Jeremias 17].

Para os desigrejados, Jesus é nosso Bom Pastor.

A Palavra de Deus nos testifica e liberta do jugo de homens religiosos, pastores, bispos, apóstolos(??), padres [Mateus 23.4]; temos como nosso Bom Pastor que por amor, nos diz:
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve [Mateus 11].
Porquanto, nenhum pastor, bispo, apóstolo(??), padre, tem condições em dar qualquer cobertura, e ainda, muito menos a espiritual, jamais serão um pastor-chefe, oficial com autoridade hierárquica, quem afirma isto é contra a Palavra de Deus, presunçoso, charlatão, mentiroso, um mercenário que quer enganar as pessoas para que elas lhes sustentem, paguem por uma orientação e proteção enganosa, aliás, Jesus no bendito lava-pés [João 13] foi enfático e exortou a que todos devemos servir e não ser servidos.

Ao bem da verdade, sem nenhum chamado divino, muitos se apresentam como “pastor”, bispo, apóstolo(??), pois, compraram suas credenciais eclesiásticas, quando fizeram alguns destes cursetos de “teologia” (estudos sobre Deus, elaborados por homens ao gosto do freguês).

Em verdade, a condição de desigrejados tem incomodado, e muito, as “autoridades(??) eclesiásticas”; pois que, esta postura em não ir a igreja instituição tira o crédito exacerbado que alguns incautos fazem do local com placa de “igreja” ou “casa de oração”, e indo além, colocam a confiança em homens, religiosos.

A leitura de Lucas 22 mostra a mentira e falsidade das “autoridades(??) eclesiásticas”, do tal pastor-chefe, oficial com autoridade hierárquica, por que, em Cristo somos todos iguais, somos um:
E Ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores.
Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve.
Pois qual é maior: quem está a mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está a mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve.
Assim, estas (pseudo)autoridades estão assistindo (irados) o êxodo dos crentes que saem em crescimento geométrico da igreja instituição fundadas por homens e buscam a Deus em seus próprios lares em comunhão com outros irmãos, conforme nos ensina a sã doutrina...

Não deixamos (como muitos querem insinuar de forma difamatória) a Igreja de Cristo, por que reunidos em comunhão somos a Igreja!

Efésios 2 categoricamente diz que a Igreja são pessoas, e não lugares com nome de “igreja”.

O importante, como nos testifica e agracia as Sagradas Escrituras, é a busca de mais entendimento, e este não se recebe de homens religiosos [pastores, bispos, apóstolos(??), padres], o entendimento é somente através da unção do Espírito Santo:
E a unção que vós recebestes dEle, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a Sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nEle permanecereis. [1João 2]

Há homens valorosos diante de Deus em nosso tempo presente??

Sim, sem dúvida há inúmeros pastores (no sentido ao rigor da Palavra como um dom ministerial, contexto de Efésios 4), obreiros que se apresentam a Deus aprovados, que não tem de que se envergonhar, que manejam bem a Palavra da verdade, apascentam o rebanho de Deus, tem cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; não por torpe ganância, mas sempre de ânimo pronto; não tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.

.

Fé e ciência

Deus Existe? Relato de um cientista

Razões para Crermos em Deus
Por A. CRESSY MORRISON
Ex-presidente da Academia de Ciências de Nova York

"NÓS AINDA ESTAMOS NO AMANHECER da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.

Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.

Eis algumas razões para minha fé:

Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia.

Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada.

Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso.

Matematicamente sabemos que a chance de pegar a número um é de um em dez; de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100; de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.

Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso.

A Terra gira em seu eixo 1.610 km/h (1000 milhas por hora) no Equador; se ela girasse 160 km/h (100 milhas por hora), nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.

Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 5.500ºC (10.000 graus Fahrenheit), e nossa Terra está distante bastante para que esta "vida eterna" nos esquente só o suficiente!

Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.

A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, transformando-nos em continentes de gelo.

Se nossa lua fosse, digamos, só 80.000 km (50.000 milhas) mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.

Se a crosta da Terra fosse só 3 metros (dez pés) mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.

Se o oceano fosse só 3 metros (dez pés) mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.

É perante estes e outros exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente. É cientificamente comprovado, o que o salmista disse:

"Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos."

.

Será que Jesus morreu com 42 anos? Livro questiona vida e morte de Cristo

Os evangelhos oficiais de Marcos, Lucas, Mateus e João, os evangelhos apócrifos, as cartas de São Paulo - cronologicamente, o primeiro documento sobre a vida de Jesus -, o trabalho do historiador coetâneo Flávio Josefo e os papiros do Mar Morto são alguns dos textos que podem ser pesquisados para compor esse quebra-cabeças entre o mito e a história que forma a vida de Cristo.

O catedrático de Filologia Grega da UCM, Antonio Piñero, que escreveu o livro "Cidadão Jesus" tenta juntar essas peças e considera o messias do Cristianismo "um homem normal, embora tivesse talha de herói". E, por outro lado, o psiquiatra legista José Cabrera publicou "CSI: Jesus Cristo", no qual analisa com visão científica a morte na cruz.

Com qual idade morreu Jesus Cristo?

Apesar de sempre ter se aceitado que Jesus foi crucificado com 33 anos, historicamente se sabe que não é assim. O primeiro paradoxo se estabelece no fato de que Jesus Cristo nasceu, curiosamente, no ano 6 anterior a sua própria era, já que Herodes, o Grande - rei da Judeia durante o nascimento de Cristo - morreu em 4 a.C.

Por outro lado, Pôncio Pilatos, que ordenou sua execução, era governador regional da Judeia entre 29 d.C. e 37 d.C., anos nos quais a única sexta-feira de Páscoa com lua cheia foi a do dia 7 de abril do ano 30 - por isso que ele teria morrido com 36 anos - ou 7 de abril do ano 33 - com 39. “Em qualquer caso, um homem nessa idade era maduro, com 40 anos já era um avô", explica Cabrera, por isso que é preciso desprezar o aspecto juvenil de Jesus que mostra a iconografia cristã.

Jesus morreu numa sexta-feira?

A festividade da morte de Jesus Cristo é desde sempre a Sexta-Feira Santa, mas Piñero discorda. "É mais provável que Jesus tenha sido crucificado na quinta-feira, pela simples razão de que se foi crucificado às 3 da tarde da sexta-feira, teria morrido já no final da tarde. Isso para os judeus é o novo dia, ou seja, sábado (Shabbat), dia de descanso, no qual não se pode realizar uma crucificação", argumenta Piñero.

Jesus carregou a cruz até o Gólgota?

"No suplício da cruz, a lei romana obrigava que se carregasse o travessão até o cadafalso. O poste vertical já ficava cravado no local, porque uma cruz inteira podia pesar mais de cem quilos, impossível de se levar por uma só pessoa", explica Cabrera.

Apesar da iconografia tradicional, Cristo não carregou a cruz completa até o monte Gólgota, mas apenas o travessão …

A coroa de espinhos, prossegue o legista, não era como se diz, mas um capacete completo. O que sim é real são as vestimentas. "Como qualquer outro crucificado, Cristo não usava nada de roupa, salvo uma espécie de lenço que cobria seu órgão sexual por pudor. As roupas tornam mais difícil a crucifixão, mas não tem nada a ver com nenhuma tradição"

Vala comum ou sepulcro?

Segundo Piñero, "Mateus, Marcos e Lucas dizem que Jesus é descido da cruz por um personagem que aparece nesse momento", José de Arimateia, um dos anciãos do Sinédrio (o conselho que o julgou) discípulo oculto de Jesus, que lhe compra um sepulcro de pedra nos arredores de Jerusalém".

A História, por outro lado, mostra outra versão. "Jesus morreu no dia anterior à celebração da Páscoa, por isso que as autoridades judias não queriam de nenhuma maneira que os cadáveres ficassem ali, e por isso foram eles mesmos que o desceram da cruz e o enterraram em uma vala comum".

Por que mataram Jesus?

"A versão tradicional (a dos Evangelhos) consiste em eliminar de toda culpabilidade Roma por esta morte e tachá-la a problemas internos e religiosos dentro do Judaísmo", assegura Piñero em seu livro. Mas há outra versão que "entende que Jesus foi condenado à morte pelos romanos como pretendente messiânico, como indivíduo politicamente perigoso ao se proclamar messias-rei, pois poderia provocar imediatamente um motim contra as forças de ocupação romanas".

Historiadores não pretendem demonstrar a ressurreição de Jesus Cristo por considerá-la uma questão de fé "Era um homem muito perigoso para muita gente", explica Cabrera. "Tanto o julgamento do Sinédrio como a condenação do próprio Pilatos pularam todas as leis tanto judias quanto romanas", acrescenta Cabrera.

Jesus ressuscitou?

Tanto uns como outros lavam as mãos, como o próprio Pilatos. O médico legista revela na "autópsia" que "a causa última de sua morte foi uma falha cardiorrespiratória por perda de sangue, já que o coração não consegue bater por falta de sangue e se produz asfixia por estar pendurado".

E Piñero, com a História e os fatos na mão reconhece que não se pode "demonstrar se Jesus ressuscitou ou não, é uma questão que obedece à fé". "Nós estudamos cada um dos elementos da morte e da tortura de Jesus, as injustiças e o ambiente que acabou matando-o", esclarece.

Notícias Cristãs com informações da EFE

Igreja X Estado - O debate sobre o ensino religioso no Brasil

Sociedade debate a imposição da religião cristã em escolas públicas e tribunais e a intolerância às crenças minoritárias.

Em 1889, os republicanos que acabaram com a monarquia no Brasil pensaram que também haviam conseguido separar a religião do Estado com a sua nova constituição. Naquela data, o País se tornara oficialmente laico. No entanto, mais de um século depois ainda não é isto que se vê na prática. Aulas de ensino religioso são ministradas em escolas públicas, crucifixos têm lugar de honra em salas de tribunais, estudantes são obrigados a rezar antes das aulas e testemunhas são convocadas a jurar sobre a “Bíblia” em julgamentos. Somente nas últimas semanas, vieram à tona casos que mostram como a questão da presença da fé em ambientes públicos está viva e suscita debates na sociedade civil, opondo setores que são contrários e favoráveis a essa intervenção.

No município de Ilhéus, na Bahia, por exemplo, os estudantes da rede municipal de ensino têm sido obrigados a rezar antes das aulas desde o dia 13 de fevereiro, o que já provocou uma reação do Ministério Público, que investiga a legalidade da “Lei do Pai-Nosso”. Num movimento contrário, o Tribunal de Justiça (TJ) do Rio Grande do Sul retirou os crucifixos de suas salas de julgamento. Em Brasília, o Supremo Tribunal Federal (STF) avalia argumentos de instituições civis ligadas à educação e aos direitos humanos sobre a inconstitucionalidade do ensino religioso confessional, que garante espaço privilegiado para determinadas crenças, de acordo com as preferências dos alunos ou dos seus responsáveis. “Essa possibilidade estava explícita nas Constituições de 1934 e 1946, mas foi derrubada na atual, de 1988, e isso por si só já deve ter algum significado”, diz o ministro do STF Celso de Mello. O receio é de que o espaço público sirva a pregações religiosas.

Incomodados com essa distorção, entidades estão organizando manifestações públicas pelo Estado laico em três capitais – em Porto Alegre aconteceu na quinta-feira 22, no Rio de Janeiro está marcado para 10 de abril e em São Paulo para o dia 14. De acordo com Salomão Ximenes, advogado da ONG Ação Educativa, em muitas situações a determinação constitucional de que o ensino religioso seja facultativo (artigo 210) não tem sido respeitada. Caso do Estado de São Paulo, que permite que o conteúdo da disciplina seja transversal – com isso, a religião fica diluída em várias matérias, impedindo o aluno de escolher ou não assistir às aulas.

Há casos também de cerceamento de liberdade de crença. De acordo com a Relatoria do Direito Humano à Educação, que está investigando casos de intolerância religiosa em escolas do País, os adeptos das denominações africanas são os que mais sofrem. Da Escola Estadual Antônio Caputo, em São Bernardo do Campo (SP), vem um dos exemplos dessa intolerância. Magno Moarcys Silveira, 15 anos, praticante do candomblé, passou a sofrer bullying depois que declarou à professora de história que não queria mais ouvir sua pregação bíblica, que acontecia durante cerca de 20 minutos antes das aulas. “Quando fui conversar com a professora, ela foi agressiva e disse que era parte da sua didática”, diz Sebastião da Silveira, pai do jovem, que fez um boletim de ocorrência na semana passada. “A diretora só se manifestou pedindo desculpas para o meu filho quando eu disse que levaria o caso às últimas consequências.”

Nos tribunais, o que se constata é uma abundância de citações cristãs em sentenças cuja base deveria ser apenas a lei. Em 2008, por exemplo, o juiz Éder Jorge, de Goiânia (GO), recomendou que Vilma Martins, condenada por sequestrar duas crianças, frequentasse durante a condicional um culto cristão, o que, segundo ele, a ajudaria a se recuperar. “É um argumento preconceituoso”, diz Daniel Sottomaior, presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos. Para Naiara Malavolta, da Liga Brasileira de Lésbicas, que fez uma representação junto ao Tribunal de Justiça (TJ) do Rio Grande do Sul para tirar os crucifixos, o primeiro passo para diminuir essa distorção seria retirar os símbolos. “Eles dão legitimidade aos agentes do Estado para seguir os preceitos daquela crença”, diz.

Mas nem dentro do TJ-RS há unanimidade. O desembargador Carlos Marchionatti, por exemplo, defende a presença do crucifixo. “Ele nos lembra do mal que um processo às margens da legalidade, como o de Cristo, pode causar”, diz. Enquanto o ensino religioso não é julgado, o ministro Celso de Mello adverte: “Precisamos vigiar para que a laicidade do Estado seja mantida se não quisermos que heresia volte a ser crime.”


Liga de lésbicas pede, e TJ-RS retira crucifixos de prédios

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) decidiu acatar, nesta terça-feira, pedido da Liga Brasileira de Lésbicas e de outras entidades sociais pela retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha. A decisão, proferida na primeira sessão do ano do conselho, foi unânime.

O relator da matéria foi o desembargador Cláudio Baldino Maciel, que afirmou que o julgamento feito em uma sala de tribunal sob um "expressivo símbolo" de uma igreja e de sua doutrina "não parece a melhor forma de se mostrar o Estado-juiz equidistante dos valores em conflito". Segundo o relator, resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o "único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios".

A sessão foi acompanhada por representantes de religiões e de entidades sociais. Nos próximos dias, será expedido ato determinando a retirada dos crucifixos.

Em fevereiro deste ano, a Liga Brasileira de Lésbicas protocolou na presidência do TJ-RS um pedido para a retirada de crucifixos das dependências do tribunal de foros do interior do Estado. O processo administrativo foi movido em recurso a decisão de dezembro do ano passado, da antiga administração do TJ-RS. Na época, o Judiciário não acolheu o pedido por entender que não havia postura preconceituosa na manutenção dos símbolos.

Terra
.

Juiz recorre a Bíblia para negar indenização por espera em banco

LUIZ CARLOS DA CRUZ

O juiz Rosaldo Elias Pacagnan, do 1º Juizado Especial Cível da Comarca de Cascavel (PR), recorreu à Bíblia e a um personagem de histórias em quadrinhos para rejeitar uma ação movida por um advogado que pretendia ser indenizado pelo banco Bradesco por esperar 38 minutos na fila de atendimento.

"Tudo tem seu tempo determinado", sentenciou o juiz, citando o texto bíblico de Eclesiastes. "Há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de colher o que se plantou". Na sentença, o magistrado emendou: "Há tempo de ficar na fila, conforme-se com isso".

Para Pacagnan, "o dano moral não está posto para ser parametrizado pelos dengosos ou hipersensíveis". Ele afirmou isso porque o autor colocou na petição que qualquer ser humano com capacidade de sentir emoção "conseguirá perceber que não estamos diante de mero dissabor do cotidiano" ao se referir à demora do atendimento.

O magistrado reconheceu que a demora causou estresse, perda de tempo, angústia e até ausência para a realização de necessidades básicas, mas afirmou que desde que ele --o próprio juiz-- se "conhece por gente", se considera bem humano e não tem redoma de vidro para protegê-lo. "Aliás, o único sujeito que conheço que anda com essa tal redoma de vidro é o Astronauta, personagem das histórias em quadrinhos do Maurício de Souza; ele sim, não pega fila, pois vive mais no espaço sideral do que na Terra", diz a sentença.

As filas, segundo o juiz, integram o cotidiano e são indesejáveis, porém, toleráveis. "Nem tudo pode ser na hora, pra já, imediatamente, tampouco em cinco ou dez minutos! Nem aqui, nem na China", escreveu.

Pacagnan disse ainda, na sentença, que o Poder Judiciário está sendo entupido "com a mania de judicializar as pequenas banalidades".

LEGISLAÇÃO

No Paraná, a Lei Estadual 13.400/2001 estabelece um limite máximo de 20 minutos para o atendimento em agências bancárias. Nas vésperas e após feriados, o prazo se estende para 30 minutos. A lei também vale para espera em caixas de supermercados.

As denúncias devem ser feitas no Procon e podem render multas que variam de mil a 10 mil UFIRs (Unidade Fiscal de Referência).

O advogado Éden Osmar da Rocha Junior disse que vai recorrer da sentença.

"Apesar de ser um bom juiz, que dá sentenças bem fundamentadas, desta vez ele não foi feliz", disse.

Bíblia com 1500 anos

Uma bíblia de 1500 anos foi descoberta na Turquia, após a prisão de uma quadrilha que comercializava antiguidades de forma ilegal. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo.

Segundo informações do site Notícias Cristãs, peritos avaliaram o livro e garantiram que o artefato é original. A descoberta do livro se deu em 2000, e desde então, vinha sendo mantido em segredo, guardado em um cofre-forte na cidade de Ancara.

Estima-se que o valor do livro chegue a 20 milhões de euros, dada sua importância histórica. Após a divulgação da descoberta, o livro foi considerado patrimônio cultural e após a restauração que será feita, o livro será exposto no Museu Etnográfico de Ancara.

Há informações de que o Vaticano demonstrou preocupação com a descoberta do livro, e pediu as autoridades turcas que permitissem que especialistas da igreja católica pudessem avaliar o livro e seu conteúdo, que se suspeita, contenha o “Evangelho de Barnabé”, escrito no século XIV e considerado controverso, por descrever Jesus de maneira semelhante a pregada pela religião islâmica.