Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

“E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
” [Almeida, 1850]

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Antigo e Novo Testamento, vc sabe distinguir?!


Contexto bíblico:

"Não cuideis que Vim a desatar a Lei, ou os Prophetas: não Vim aos desatar, senão aos cumprir" [Mateus 5, Almeida 1850]

Testifica-se que a grande maioria dos cristãos não sabem (ou não querem) diferenciar o Antigo Testamento do Novo Testamento, e isto é um erro grave de entendimento.

Contrário ao que insta, reitera insistentemente em engano, dogmas, sofisma e crendices das igrejas instituições através de suas lideranças eclesiásticas, tão somente, devemos ter o entendimento em perceber em detalhes, discriminar e separar qual é o Antigo Testamento (ou, a Antiga Aliança) que foi, sem dúvida alguma apenas à nação de Israel, e o que é o Novo Testamento (ou, a Nova Aliança) que é para a Igreja gentílica de CRISTO, que abrange a nós, os gentios.

Quanto a ocorrência do Antigo e Novo Testamentos, salientar-se-á, o Antigo tem seu fim consumado com a crucificação de CRISTO, porquanto, obviamente, o Novo inicia-se logo após a morte do CORDEIRO de DEUS para remissão de nossos pecados, cumprindo-se assim o Antigo, por holocausto, sacrifício com sangue derramado para remissão dos pecados (contexto bíblico em ápice).

E para fim de conversa, radical é dito:
Não, o Novo Testamento não inicia em Mateus e nem tão pouco nos outros evangelhos, mas, após a crucificação do FILHO de DEUS, pelo qual sacrifício foi ab-rogado tudo o que se praticava no Antigo Testamento, TUDO, entendeu?? Tais conforme os 613 preceitos da lei mosaica dada a Moisés à nação de Israel, como holocaustos, vestimentas, menstruação, apedrejar adúlteros, não comer carne de porco (aliás, à Adão, o SENHOR lhe disse que tudo o que se movia na terra lhe era para alimento, "E a todo animal da terra, e a toda ave do ceo, e a todo reptil da terra, em que ha alma vivente, toda verdura de herva, para comida será: e foi assim" [Genesis 1, Almeida 1850]), e por derradeiro, dízimos.
Portanto, sim, há um "abismo" entre as razões do Antigo e as do Novo Testamento, cada qual tem seu objetivo, e são distintos totalmente, embora, a finalidade de ambos convergem a DEUS, ao TODO-PODEROSO, ou conclusivo, o Antigo distava Israel a ser a nação à DEUS e diferenciada das outras, o Novo traz as outras nações (nós, gentios) a serem como Israel, para também à DEUS:
O Antigo Testamento nos diferencia (zambujeiros) de Israel (ramos da Oliveira), e o Novo nos traz igualdade [Romanos 11], sempre em obediência ao ETERNO, alguma dúvida?!


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.


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As Línguas do Antigo Testamento

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As línguas utilizadas no registro da revelação de Deus, a Bíblia, vieram das famílias de línguas semíticas e indo-européias. Da família semítica se originaram as línguas básicas do Antigo Testamento, qual sejam o hebraico e o aramaico (siríaco). Além dessas línguas, o latim e o grego representam a família indo-européia. De modo indireto, os fenícios exerceram um papel importante na transmissão da Bíblia, ao criar o veículo básico que fez que a linguagem escrita fosse menos complicada do que havia sido até então: inventaram o alfabeto.

O aramaico era a língua dos sírios, tendo sido usada em todo o período do Antigo Testamento. Durante o século VI a.C, o aramaico se tornou língua geral de todo o Oriente Próximo. Seu uso generalizado se refletiu nos nomes geográficos e nos textos bíblicos de Esdras 4.7 6.13; 7.12-26 e Daniel 2,4 7.23.

O hebraico é a língua principal do Antigo Testamento, especialmente adequada para a tarefa de criar uma ligação entre a biografia do povo de Deus e o relacionamento do Senhor com esse povo. O hebraico encaixou-se bem nessa tarefa porque é uma língua pictórica. Expressa-se mediante metáforas vividas e audaciosas, capazes de desafiar e dramatizar a narrativa dos acontecimentos. Além disso, o hebraico é uma língua pessoal. Apela diretamente ao coração e às emoções, e não apenas à mente e à razão. É uma língua em que a mensagem é mais sentida que meramente pensada.


[Fonte: Biblioteca Bíblica]

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Conhecendo a Bíblia - Antigo Testamento

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A Bíblia tem duas grandes partes: o Antigo e o Novo Testamento. Em grego, há uma única palavra para dizer aliança e testamento. Poderíamos, então, dizer: Antiga e Nova Aliança.

O Antigo Testamento é uma coleção de 46 livros onde encontramos a história de Israel, o povo que Deus escolheu para com ele fazer uma aliança. Portanto, o Antigo Testamento é a história de um povo: mostra como surgiu, como viveu escravo no Egito, como possuiu uma terra, como foi governado, quais as relações que teve com outras nações, como estabeleceu suas leis e viveu a sua religião. Apresenta seus costumes, sua cultura, seus conflitos, derrotas e esperanças.

O importante, porém, é que o Antigo Testamento é a história desse povo em aliança com Deus. Nada do que se conta a respeito de Israel está desligado do seu relacionamento com Javé, o nome com que Deus se revelou. O Antigo Testamento mostra como esse povo se comportou em relação à Javé, e qual é o projeto que Deus quis realizar no meio da humanidade através desse povo. Israel foi um povo escolhido, diferente, justamente porque estava encarregado de realizar esse projeto de Deus. Esse projeto aparece bem claro nesses livros: considerar só Deus como o Absoluto, para que as relações entre as pessoas possam ser fraternas e ter como centro a liberdade e a vida. Vendo como Israel foi fiel ou não a esse projeto e como Deus agiu no meio dele, poderemos nos aproximar com mais compreensão da outra parte da Bíblia, chamada Novo Testamento.

Jesus, o Filho de Deus, se encarnou na terra e na história concreta do povo de Israel, assumindo sua história, tradições, cultura e religião. Fez do Antigo Testamento a inspiração e a norma de sua palavra e atividade: realizar o projeto do Pai. Bem cedo a comunidade cristã percebeu que Jesus havia realizado todas as promessas, trazendo o Reino de Deus para a história. E foi com a luz do Antigo Testamento que os primeiros cristãos compreenderam o significado da pessoa e da atividade de Jesus e produziram, pouco a pouco, os escritos do Novo Testamento. A mesma tarefa cabe a nós: ler e meditar o Antigo Testamento, a fim de compreender a pessoa de Jesus e continuar a sua palavra e ação na história.

O Pentateuco

Pentateuco é uma palavra derivada do grego e significa «cinco livros» Essa palavra é usada para indicar os cinco primeiros livros da Bíblia, isto é: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Os judeus chamam essa parte da Bíblia com o nome de Torá, que significa Lei.

Nesses cinco livros encontramos histórias e leis que foram postas por escrito durante seis séculos, reformulando, adaptando e atualizando tradições antigas e criando novas. Tanto as histórias como as leis giram em torno de um centro: o ato libertador de Deus no êxodo, que é o ato fundante do povo de Israel.

As histórias aí contidas, na sua maioria, nasceram no meio do povo e, primeiramente, eram histórias de famílias, de clãs e de tribos que procuravam transmitir oralmente, de geração em geração, ensinamentos e fatos. Mais tarde essas histórias foram reunidas, modificadas e interpretadas para que todo o povo de Israel pudesse se espelhar nelas e para que elas expressassem a fé em Javé, o Deus que liberta.

As leis pertencem a várias épocas e são diretivas para o povo nas diversas etapas da sua história. Todas elas, porém, procuram, em circunstâncias diferentes, conduzir a uma prática que reflita o ideal proposto pelas normas básicas do projeto de Deus: a libertação do povo e a formação de uma sociedade onde haja liberdade e vida para todos. Essas leis, portanto, não são perenes e intocáveis, mas expressam um momento determinado da vida, com os conflitos que existiam dentro do povo de Deus; mais do que serem aplicadas diretamente à nossa realidade, elas servem de exemplo e modelo para que aprendamos a discernir as situações e criar uma legislação que responda às necessidades do povo, conforme o projeto de Deus. Não podemos esquecer, porém, que a lei deve servir ao povo e não ser instrumento de opressão contra o povo, "E disse-lhes: o sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado" Marcos 2].

Jesus, que veio trazer a libertação e a vida em plenitude, não aboliu, mas mostrou o verdadeiro espírito dessas leis [cf. Mateus 5]. Ele próprio apresentou um resumo de toda a Lei: "Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os Profetas" [Mateus 7].


Vivendo Por, Em e Para Cristo; nos interesses da Igreja que Cristo edificou.


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