Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 14.abr.2017, Jeremias 18

Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Não poderei EU fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na Minha mão, ó casa de Israel.
[Isaías 64.8; 45.9; Mateus 20.15; Jeremias 18.4; Daniel 4.23]
No momento em que falar contra uma nação, e contra um reino para arrancar, e para derrubar, e para destruir,
[Jeremias 1.10; 12.14-17; 25.9-14; 45.4; Amós 9.8]
se a tal nação, porém, contra a qual falar se converter da sua maldade, também EU ME arrependerei do mal que pensava fazer-lhe.
[Jeremias 26.3,13; Ezequiel 18.21; Juízes 2.18]

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João Ferreira de Almeida?!


Missionário calvinista, escritor e tradutor. Nasceu em Torre de Tavares, próximo de Mangualde, em 1628, sendo filho de pais católicos.missionário calvinista, escritor e tradutor. Nasceu em Torre de Tavares, próximo de Mangualde, em 1628, sendo filho de pais católicos.

Órfão de pai e mãe, foi para Lisboa para a casa de um tio clérigo, de onde teria emigrado para a Holanda com apenas 14 anos. Daí partiu para Malaca, recentemente conquistada pelos holandeses em 1641, onde permaneceu por alguns anos, tendo casado com a filha de um pastor calvinista.

Em Malaca, Almeida renunciou à religião católica e abraçou a fé reformada depois de ter lido um panfleto espanhol anticatólico que veio a traduzir para o português, intitulado "Differença da Christandade". Este livro apresentava a divergência entre o catolicismo romano e o protestantismo.

Em 1644, com apenas 16 anos, Almeida traduziu os Atos dos Apóstolos do espanhol para português, que eram copiados à mão e distribuídos nas comunidades portuguesas. Em 1645 a tradução do Novo Testamento foi concluída, mas somente publicada em 1681, em Amesterdã.

João Ferreira de Almeida visitava doentes em Malaca e, mais tarde, em Batávia, percorrendo diariamente hospitais e casas de doentes, dando apoio espiritual com orações e exortações. Parece ter sido Batávia o centro das suas atividades religiosas. Ali ingressou na Igreja Protestante Portuguesa (que existiu entre 1633 e 1808) e, em 1656, foi ordenado ministro pregador.

De 1656 a 1663, Almeida pregou em várias línguas na ilha de Ceilão (Colombo, Porto de Gale, etc) e nas costas Indostânicas (Coromandel, Malabar), difundindo em especial a língua portuguesa. Em 1663, voltou à Batávia, onde veio a falecer em 1691.

Almeida escreveu várias obras, mas o que mais o notabilizou foi a tradução da Bíblia para a língua portuguesa. Começou a traduzir a Bíblia pelo Novo Testamento, que foi publicado durante sua vida, em Amsterdã, e impressa pela viúva de J. V. Someren. Esta edição apresentava muitas incorreções devido à incompetência dos revisores, de que o próprio Almeida se queixou numa Advertência, com um apêndice de mais de mil erros, publicada em 1683.

Perante estas informações, os Diretores da Companhia da Índia Oriental determinaram que fossem destruídos todos os exemplares na Holanda e em Batávia, tendo, no entanto, sido poupadas algumas cópias distribuídas às congregações de Batávia, Malaca e Ceilão, apresentando correções a tinta. Para além do exemplar existente na Biblioteca Nacional, temos conhecimento de outra espécie, na British Library.

Saiu do prelo a segunda edição do Novo Testamento, impressa em Batávia por João de Vries, em 1693, dois anos após a morte do tradutor. A Companhia das Índias Orientais, em colaboração com a igreja estabelecida naquela ilha, diligenciou para que os missionários Theodorus Zas e Jacobus op den Akker procedessem à revisão e conferissem a tradução de João Ferreira de Almeida com a Vulgata.

Quanto ao Antigo Testamento, Almeida só concluiu a tradução até Ezequiel, tendo o restante sido continuado por Jacobus op den Akker, em 1694, que só veio a ser impresso em Batávia, em dois volumes, em 1748 e 1753.

Seguiram-se muitas outras edições parciais e totais, impressas em Batávia, Trangambar, Londres, Nova Iorque e Lisboa. As traduções foram feitas com o auxílio da versão holandesa do Sínodo de Dort (1618) e da castelhana de Cipriano de Valera (1602).

João Ferreira de Almeida teve o grande mérito de passar toda a vida debruçado sobre a Bíblia, e só a morte o afastou dessa notável missão. Almeida zelou para manter as comunidades evangélicas portuguesas nos lugares do Império Português das Índias, que os holandeses iam ocupando, e defendeu que fossem divulgados livros em português a essas comunidades.

Fonte: Biblioteca Nacional Tesouros

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Teologia, uma “forte” arma nas mãos do diabo!!


Contexto bíblico João 5:

Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de MIM testificam;
E não quereis vir a MIM para terdes vida.
EU não recebo glória dos homens;
Mas bem vos conheço, que não tendes em vós o amor de DEUS.
EU vim em nome de Meu PAI, e não ME aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.
Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros, e não buscando a honra que vem só de DEUS?

Diversas lideranças religiosas tentam nos confrontar com a necessidade da teologia, para mim não passa de conversa fiada por falta de argumentos para a verdade que eles não conseguem se firmar.

Pois quê, por este motivo, CRISTO nos advertiu, exortou, admoestou, ensinou em que devemos examinar, buscar, aprender, estudar, como os bereanos [Atos 17], sempre na e pela Palavra de DEUS.

Basicamente, sem necessidade de fazer qualquer curso (comércio religioso) para ter conhecimento, teologia é o estudo da existência de DEUS, das questões referentes ao conhecimento da divindade, assim como de Sua relação com o mundo e com os homens; do grego “theos” (“deus”, termo usado no mundo antigo para nominar seres com poderes além da capacidade humana) + “logos” (palavra que revela), por extensão “logia” (estudo) [Significado].

A teologia tem suas divisões, mas, me abstenho de aqui mencioná-las, por que, cada um de seus defensores irá fazer cansativas dissertações onde classificam por suas escolas teológicas tais divisões, divergências.

Ainda advertidos pela Palavra de DEUS que não há particulares interpretações [2Pedro 1], a teologia fomenta (ainda que neguem) suas particulares interpretações, é tal qual os escribas (indivíduos com muito estudo e conhecimento), que com o passar dos anos na época de em o ministério terreno de JESUS com suas interpretações, já haviam montado uma espécie de “tradição” que andava paralela ao que dizia a Palavra de DEUS; ela é mencionada na Bíblia como “tradição dos Anciãos”.

Eles fizeram uma espécie de “lei” que eles mesmos escreveram e que a atribuíam como sendo a vontade de DEUS. Veja um exemplo: “Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem[Mateus 15]; lavar as mãos antes da refeição foi uma “lei” incorporada na religião e na cultura pelos escribas por “tradição”; não há nenhuma lei na Bíblia mencionando essa obrigatoriedade.

Diversas “tradições” desse tipo foram sendo incorporadas na religião judaica e na cultura, o que fez com que JESUS se dirigisse aos escribas de forma dura, pois eles haviam se desviado da sua verdadeira função: “Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus (…) Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los[Mateus 23]; são estes que em comum com os fariseus, tiveram papel fundamental no martírio de JESUS CRISTO [Esboçando Ideias]

E nestas tarjadas linhas, venho mostrar que importante sempre será única e soberana a Palavra de DEUS, uma vez que, a teologia está se tornando, como outrora, uma “forte” arma do diabo, vez que, homens de más índoles através da teologia vem fazendo mestres a si mesmos, homens intelectualizados pela religiosidade, fomentam a sistematização doutrinária do evangelho, usando estudos na criação e elaboração de regras religiosas reduzindo o evangelho a um mero sistema clerical, mesclando-o com algumas normas e preceitos do Antigo Testamento.

Porquanto, em mãos erradas, sem entendimento, tais conhecimentos tornam-se nocivos a doutrina de CRISTO, são responsáveis pelas atrocidades e escândalos ocorridos nas igrejas instituições pelas lideranças eclesiásticas, cada qual berrando aos quatro ventos sua doutrina denominacional travestida de teologia (acromática; anabatista; aplicada; apologética; arminiana; bíblica; calvinista; do caminho; catequética; católica; cristã; contemporânea; dialética; dogmática; espiritual; exegética; existencial; da experiência; filosófica; fundamental; gnóstica; histórica; joanina; kerigmática; liberal; da libertação; luterana; medieval ou idade das trevas; moral; natural; negra; neo-ortodoxa; neopentecostal; dos pactos; patrística; pastoral; paulina; pentecostal; petrina; política; positiva; prática; do processo; da prosperidade; quântica; rabínica; reformada; relacional; simples; sistemática; tiaguina; wesleyana).

Tenhamos a testemunho bíblico, pelo qual CRISTO aos Seus discípulos, não fez referência alguma à teologia, mas puramente, “começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dELE se achava em todas as Escrituras[Lucas 24].


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente; nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.

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