Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 21.mar.2017, Mateus 18

Porque o FILHO do homem veio salvar o que se tinha perdido.
[Lucas 19.10,56; Mateus 9.12-13; 10.6; 15.24]
Que vos parece? Se algum homem tiver cem ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou?
[Lucas 15.4-7; Ezequiel 34.12; Mateus 21.28; 1Reis 21.17]
E, se porventura a acha, em verdade vos digo que maior prazer tem por aquela, do que pelas noventa e nove que se não desgarraram.
[Salmos 147.11; Isaías 53.11; 62.5; Jeremias 32.37-41]
Assim também não é a vontade de vosso PAI, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca.
[João 17.12; Isaías 40.11; Zacarias 13.7; Mateus 5.16]

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João Ferreira de Almeida?!


Missionário calvinista, escritor e tradutor. Nasceu em Torre de Tavares, próximo de Mangualde, em 1628, sendo filho de pais católicos.missionário calvinista, escritor e tradutor. Nasceu em Torre de Tavares, próximo de Mangualde, em 1628, sendo filho de pais católicos.

Órfão de pai e mãe, foi para Lisboa para a casa de um tio clérigo, de onde teria emigrado para a Holanda com apenas 14 anos. Daí partiu para Malaca, recentemente conquistada pelos holandeses em 1641, onde permaneceu por alguns anos, tendo casado com a filha de um pastor calvinista.

Em Malaca, Almeida renunciou à religião católica e abraçou a fé reformada depois de ter lido um panfleto espanhol anticatólico que veio a traduzir para o português, intitulado "Differença da Christandade". Este livro apresentava a divergência entre o catolicismo romano e o protestantismo.

Em 1644, com apenas 16 anos, Almeida traduziu os Atos dos Apóstolos do espanhol para português, que eram copiados à mão e distribuídos nas comunidades portuguesas. Em 1645 a tradução do Novo Testamento foi concluída, mas somente publicada em 1681, em Amesterdã.

João Ferreira de Almeida visitava doentes em Malaca e, mais tarde, em Batávia, percorrendo diariamente hospitais e casas de doentes, dando apoio espiritual com orações e exortações. Parece ter sido Batávia o centro das suas atividades religiosas. Ali ingressou na Igreja Protestante Portuguesa (que existiu entre 1633 e 1808) e, em 1656, foi ordenado ministro pregador.

De 1656 a 1663, Almeida pregou em várias línguas na ilha de Ceilão (Colombo, Porto de Gale, etc) e nas costas Indostânicas (Coromandel, Malabar), difundindo em especial a língua portuguesa. Em 1663, voltou à Batávia, onde veio a falecer em 1691.

Almeida escreveu várias obras, mas o que mais o notabilizou foi a tradução da Bíblia para a língua portuguesa. Começou a traduzir a Bíblia pelo Novo Testamento, que foi publicado durante sua vida, em Amsterdã, e impressa pela viúva de J. V. Someren. Esta edição apresentava muitas incorreções devido à incompetência dos revisores, de que o próprio Almeida se queixou numa Advertência, com um apêndice de mais de mil erros, publicada em 1683.

Perante estas informações, os Diretores da Companhia da Índia Oriental determinaram que fossem destruídos todos os exemplares na Holanda e em Batávia, tendo, no entanto, sido poupadas algumas cópias distribuídas às congregações de Batávia, Malaca e Ceilão, apresentando correções a tinta. Para além do exemplar existente na Biblioteca Nacional, temos conhecimento de outra espécie, na British Library.

Saiu do prelo a segunda edição do Novo Testamento, impressa em Batávia por João de Vries, em 1693, dois anos após a morte do tradutor. A Companhia das Índias Orientais, em colaboração com a igreja estabelecida naquela ilha, diligenciou para que os missionários Theodorus Zas e Jacobus op den Akker procedessem à revisão e conferissem a tradução de João Ferreira de Almeida com a Vulgata.

Quanto ao Antigo Testamento, Almeida só concluiu a tradução até Ezequiel, tendo o restante sido continuado por Jacobus op den Akker, em 1694, que só veio a ser impresso em Batávia, em dois volumes, em 1748 e 1753.

Seguiram-se muitas outras edições parciais e totais, impressas em Batávia, Trangambar, Londres, Nova Iorque e Lisboa. As traduções foram feitas com o auxílio da versão holandesa do Sínodo de Dort (1618) e da castelhana de Cipriano de Valera (1602).

João Ferreira de Almeida teve o grande mérito de passar toda a vida debruçado sobre a Bíblia, e só a morte o afastou dessa notável missão. Almeida zelou para manter as comunidades evangélicas portuguesas nos lugares do Império Português das Índias, que os holandeses iam ocupando, e defendeu que fossem divulgados livros em português a essas comunidades.

Fonte: Biblioteca Nacional Tesouros

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Teologia, uma “forte” arma nas mãos do diabo!!


Contexto bíblico João 5:

Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de MIM testificam;
E não quereis vir a MIM para terdes vida.
EU não recebo glória dos homens;
Mas bem vos conheço, que não tendes em vós o amor de DEUS.
EU vim em nome de Meu PAI, e não ME aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.
Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros, e não buscando a honra que vem só de DEUS?

Diversas lideranças religiosas tentam nos confrontar com a necessidade da teologia, para mim não passa de conversa fiada por falta de argumentos para a verdade que eles não conseguem se firmar.

Pois quê, por este motivo, CRISTO nos advertiu, exortou, admoestou, ensinou em que devemos examinar, buscar, aprender, estudar, como os bereanos [Atos 17], sempre na e pela Palavra de DEUS.

Basicamente, sem necessidade de fazer qualquer curso (comércio religioso) para ter conhecimento, teologia é o estudo da existência de DEUS, das questões referentes ao conhecimento da divindade, assim como de Sua relação com o mundo e com os homens; do grego “theos” (“deus”, termo usado no mundo antigo para nominar seres com poderes além da capacidade humana) + “logos” (palavra que revela), por extensão “logia” (estudo) [Significado].

A teologia tem suas divisões, mas, me abstenho de aqui mencioná-las, por que, cada um de seus defensores irá fazer cansativas dissertações onde classificam por suas escolas teológicas tais divisões, divergências.

Ainda advertidos pela Palavra de DEUS que não há particulares interpretações [2Pedro 1], a teologia fomenta (ainda que neguem) suas particulares interpretações, é tal qual os escribas (indivíduos com muito estudo e conhecimento), que com o passar dos anos na época de em o ministério terreno de JESUS com suas interpretações, já haviam montado uma espécie de “tradição” que andava paralela ao que dizia a Palavra de DEUS; ela é mencionada na Bíblia como “tradição dos Anciãos”.

Eles fizeram uma espécie de “lei” que eles mesmos escreveram e que a atribuíam como sendo a vontade de DEUS. Veja um exemplo: “Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem[Mateus 15]; lavar as mãos antes da refeição foi uma “lei” incorporada na religião e na cultura pelos escribas por “tradição”; não há nenhuma lei na Bíblia mencionando essa obrigatoriedade.

Diversas “tradições” desse tipo foram sendo incorporadas na religião judaica e na cultura, o que fez com que JESUS se dirigisse aos escribas de forma dura, pois eles haviam se desviado da sua verdadeira função: “Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus (…) Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los[Mateus 23]; são estes que em comum com os fariseus, tiveram papel fundamental no martírio de JESUS CRISTO [Esboçando Ideias]

E nestas tarjadas linhas, venho mostrar que importante sempre será única e soberana a Palavra de DEUS, uma vez que, a teologia está se tornando, como outrora, uma “forte” arma do diabo, vez que, homens de más índoles através da teologia vem fazendo mestres a si mesmos, homens intelectualizados pela religiosidade, fomentam a sistematização doutrinária do evangelho, usando estudos na criação e elaboração de regras religiosas reduzindo o evangelho a um mero sistema clerical, mesclando-o com algumas normas e preceitos do Antigo Testamento.

Porquanto, em mãos erradas, sem entendimento, tais conhecimentos tornam-se nocivos a doutrina de CRISTO, são responsáveis pelas atrocidades e escândalos ocorridos nas igrejas instituições pelas lideranças eclesiásticas, cada qual berrando aos quatro ventos sua doutrina denominacional travestida de teologia (acromática; anabatista; aplicada; apologética; arminiana; bíblica; calvinista; do caminho; catequética; católica; cristã; contemporânea; dialética; dogmática; espiritual; exegética; existencial; da experiência; filosófica; fundamental; gnóstica; histórica; joanina; kerigmática; liberal; da libertação; luterana; medieval ou idade das trevas; moral; natural; negra; neo-ortodoxa; neopentecostal; dos pactos; patrística; pastoral; paulina; pentecostal; petrina; política; positiva; prática; do processo; da prosperidade; quântica; rabínica; reformada; relacional; simples; sistemática; tiaguina; wesleyana).

Tenhamos a testemunho bíblico, pelo qual CRISTO aos Seus discípulos, não fez referência alguma à teologia, mas puramente, “começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dELE se achava em todas as Escrituras[Lucas 24].


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente; nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.

.[37105]


Os apóstolos foram doze, porquê em o Novo Testamento foram incluídos quatro evangelhos??!!

[32110]


Em primeiro, vamos listar os apóstolos, Simão (chamado Pedro), André, seu irmão, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, Felipe e Bartolomeu, Tomé e Mateus, o publicano, Tiago, filho de Alceu, e Tadeu, Simão Cananeu e Judas Iscariotes (o que traiu) [Mateus 10].

Pois bem, dos quatro "evangelhos", dois foram escritos não por apóstolos e sim por discípulos, Marcos e Lucas.

Lembrando ainda que, não somente os evangelhos há importância, mas as epístolas que foram escritas por outro apóstolo (Paulo [Colossenses 1; Romanos 1; 1Timóteo 1; 1Coríntios 1]) e discípulos, Tiago, a Judas; e em particular, a epístola aos Hebreus que é supostamente escrita por Paulo.

Entretanto, é bom entendermos e relevarmos que a Bíblia como a conhecemos, é um 'livro' mexido e remexido, expondo, em muitas das vezes, vontade de homens (que dia após dia estão reinventando contextos em "novas" Bíblias), e portanto, este é um possível e plausível motivo de que nem tudo o que os apóstolos escreveram é do conhecimento geral ou foram extraviados/destruídos/...

... meu entendimento é que a Bíblia "contém" a Palavra de DEUS, possui a sua essência, e não é necessariamente a verdadeira Palavra de DEUS, então, podemos crer que, o que consta da Bíblia que temos em mãos, não possui em sua totalidade o que realmente deveria conter!!!


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.



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Examinar as Escrituras ou aceitar tudo o que dizem??!!

[30460]


Contexto bíblico Atos 17:

"Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a Palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim."

O exemplo do contexto em epígrafe, nos traz o que é a Luz da Palavra e ensino de DEUS, pois que, devemos ouvir e examinar tudo, reter o que é bom [1Tessalonicenses 5], e não ficar apenas repetindo o que se aprendeu com homens, se é que eles tem alguma coisa a ensinar de DEUS, afinal, quem nos ensina é o ESPÍRITO SANTO, por que a unção que nós recebemos dELE, fica em nós, e não temos necessidade de que alguém nos ensine; mas, como a Sua unção nos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela nos ensinou, assim nELE permanecemos [1João 2];

Vivendo por esta maneira, dando lugar ao ESPÍRITO SANTO que nos fale ao coração, com certeza e em verdade ocorrerá o que foi presenciado em Béreia:

"De sorte que creram muitos deles, e também mulheres gregas da classe nobre, e não poucos homens." [Atos 17]

Quando realmente se examina a Palavra de DEUS, e se vive o ensino de CRISTO (o evangelho da salvação), evitamos ser enganados por homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,
traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de DEUS,
tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. [2 Timóteo 3]

Destes homens dissolutos, mercenários, a orientação de DEUS é que devemos nos afastar.


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.

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