Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 18.jun.2018

Apocalipse 21

E nella não vi templo, porque della o templo he o SENHOR DEOS TODOPODEROSO, e o CORDEIRO.
[Mateus 24.2; João 4.21; Apocalipse 1.8; 5.6]
E a cidade não necessita de sol, nem de lua para que nella resplandeção: porque a gloria de DEOS a tem alumiado, e o CORDEIRO he sua candeia.
[Salmos 84.11; Isaías 24.23; 30.26; 60.19,20]
E as gentes que se salvarem, andarão em sua luz: e a ella os Reis da terra trarão sua gloria e honra.
[Salmos 72.10; Isaías 49.23; 60.3,5]
E suas portas de dia se não fecharão: porque ali não haverá noite.
[Isaías 60.11; Zacarias 14.7; Apocalipse 21.12,15]
[versão bíblica Almeida 1850]

[52895]

As Línguas do Antigo Testamento

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As línguas utilizadas no registro da revelação de Deus, a Bíblia, vieram das famílias de línguas semíticas e indo-européias. Da família semítica se originaram as línguas básicas do Antigo Testamento, qual sejam o hebraico e o aramaico (siríaco). Além dessas línguas, o latim e o grego representam a família indo-européia. De modo indireto, os fenícios exerceram um papel importante na transmissão da Bíblia, ao criar o veículo básico que fez que a linguagem escrita fosse menos complicada do que havia sido até então: inventaram o alfabeto.

O aramaico era a língua dos sírios, tendo sido usada em todo o período do Antigo Testamento. Durante o século VI a.C, o aramaico se tornou língua geral de todo o Oriente Próximo. Seu uso generalizado se refletiu nos nomes geográficos e nos textos bíblicos de Esdras 4.7 6.13; 7.12-26 e Daniel 2,4 7.23.

O hebraico é a língua principal do Antigo Testamento, especialmente adequada para a tarefa de criar uma ligação entre a biografia do povo de Deus e o relacionamento do Senhor com esse povo. O hebraico encaixou-se bem nessa tarefa porque é uma língua pictórica. Expressa-se mediante metáforas vividas e audaciosas, capazes de desafiar e dramatizar a narrativa dos acontecimentos. Além disso, o hebraico é uma língua pessoal. Apela diretamente ao coração e às emoções, e não apenas à mente e à razão. É uma língua em que a mensagem é mais sentida que meramente pensada.


[Fonte: Biblioteca Bíblica]

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