Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 18.abr.2018

João 4

Explicou-lhes JESUS: A Minha comida consiste em fazer a vontade daquELE que ME enviou e consumar a Sua obra.
[Salmos 40.8; Mateus 3.15; Lucas 2.49; João 5.30,36]
Não dizeis vós: Ainda há quatro meses até a colheita?. EU, porém, vos afirmo: erguei os olhos e vede os campos, pois já estão brancos para a colheita.
[Isaías 49.18; Mateus 9.37,38; Lucas 10.2]
Aquele que ceifa recebe o seu salário e colhe fruto para a vida eterna, e assim se alegram juntos o semeador e o ceifeiro.
[Provérbios 11.18; Mateus 19.29; João 3.36; 4.14; 5.24; Romanos 1.13]
Dessa forma, é verdadeiro o ditado: Um semeia, e o outro colhe.
[Jó 31.8; Miquéias 6.15; João 4.3,36]

[51567]

Liga de lésbicas pede, e TJ-RS retira crucifixos de prédios

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) decidiu acatar, nesta terça-feira, pedido da Liga Brasileira de Lésbicas e de outras entidades sociais pela retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha. A decisão, proferida na primeira sessão do ano do conselho, foi unânime.

O relator da matéria foi o desembargador Cláudio Baldino Maciel, que afirmou que o julgamento feito em uma sala de tribunal sob um "expressivo símbolo" de uma igreja e de sua doutrina "não parece a melhor forma de se mostrar o Estado-juiz equidistante dos valores em conflito". Segundo o relator, resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o "único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios".

A sessão foi acompanhada por representantes de religiões e de entidades sociais. Nos próximos dias, será expedido ato determinando a retirada dos crucifixos.

Em fevereiro deste ano, a Liga Brasileira de Lésbicas protocolou na presidência do TJ-RS um pedido para a retirada de crucifixos das dependências do tribunal de foros do interior do Estado. O processo administrativo foi movido em recurso a decisão de dezembro do ano passado, da antiga administração do TJ-RS. Na época, o Judiciário não acolheu o pedido por entender que não havia postura preconceituosa na manutenção dos símbolos.

Terra
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Um comentário:

Luis Sousa disse...

Sr James
Vc só posta. Vc ataca padres, pastores, lesbicas, homosexuais, etc e vem para aqui de papo furado.
Vai tomar o comprimidinho. Vai. tá na hora