Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 18.jun.2018

Apocalipse 21

E nella não vi templo, porque della o templo he o SENHOR DEOS TODOPODEROSO, e o CORDEIRO.
[Mateus 24.2; João 4.21; Apocalipse 1.8; 5.6]
E a cidade não necessita de sol, nem de lua para que nella resplandeção: porque a gloria de DEOS a tem alumiado, e o CORDEIRO he sua candeia.
[Salmos 84.11; Isaías 24.23; 30.26; 60.19,20]
E as gentes que se salvarem, andarão em sua luz: e a ella os Reis da terra trarão sua gloria e honra.
[Salmos 72.10; Isaías 49.23; 60.3,5]
E suas portas de dia se não fecharão: porque ali não haverá noite.
[Isaías 60.11; Zacarias 14.7; Apocalipse 21.12,15]
[versão bíblica Almeida 1850]

[52895]

Liga de lésbicas pede, e TJ-RS retira crucifixos de prédios

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) decidiu acatar, nesta terça-feira, pedido da Liga Brasileira de Lésbicas e de outras entidades sociais pela retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha. A decisão, proferida na primeira sessão do ano do conselho, foi unânime.

O relator da matéria foi o desembargador Cláudio Baldino Maciel, que afirmou que o julgamento feito em uma sala de tribunal sob um "expressivo símbolo" de uma igreja e de sua doutrina "não parece a melhor forma de se mostrar o Estado-juiz equidistante dos valores em conflito". Segundo o relator, resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o "único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios".

A sessão foi acompanhada por representantes de religiões e de entidades sociais. Nos próximos dias, será expedido ato determinando a retirada dos crucifixos.

Em fevereiro deste ano, a Liga Brasileira de Lésbicas protocolou na presidência do TJ-RS um pedido para a retirada de crucifixos das dependências do tribunal de foros do interior do Estado. O processo administrativo foi movido em recurso a decisão de dezembro do ano passado, da antiga administração do TJ-RS. Na época, o Judiciário não acolheu o pedido por entender que não havia postura preconceituosa na manutenção dos símbolos.

Terra
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Um comentário:

Luis Sousa disse...

Sr James
Vc só posta. Vc ataca padres, pastores, lesbicas, homosexuais, etc e vem para aqui de papo furado.
Vai tomar o comprimidinho. Vai. tá na hora