Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 09 de dezembro, 2018

Josua 24, Almeida 1850

Agora pois temei a JEOVAH, e servi-O em sinceridade e em verdade: e deitai fora aos deoses, aos quaes serviraõ vossos pais d'alem do rio e em Egypto, e servi a JEOVAH.
Porem se vos parece mal em vossos olhos, servir a JEOVAH, escolhei vos hoje a quem sirvais; ou aos deoses, aos quaes serviraõ vossos pais, que estavao d'alem do rio, ou aos deoses dos Amoreos, em cuja terra habitais: pois eu e minha casa serviremos a JEOVAH.
Então respondeo o povo, e disse: nunca nos aconteça, que deixemos a JEOVAH, para serviremos a outros deoses.
Porque JEOVAH he nosso DEOS, ELLE he o que nos fez subir a nós e a nossos paes a terra de Egypto, da casa de servidaõ: e o que tem feito estes grandes sinaes perante nossos olhos, e nos guardou por todo o caminho, que andamos, e entre todos os povos, por meyo dos quaes passámos.
E JEOVAH rempuxou perante nossa face a todas estas gentes, até a o Amoreo, morador da terra: tambem nos serviremos a JEOVAH, porquanto he nosso DEOS.
Entaõ Josua disse a o povo: naõ podereis servir a JEOVAH, porquanto he DEOS santo: he DEOS zeloso, que naõ perdoará vossa transgressaõ, nem vossos peccados.
Se deixardes a JEOVAH, e servirdes a deoses estranhos, entaõ se tornará, e vos fará mal, e consumir-vosha, depois de vos fazer bem.
Entaõ disse o povo a Josua: naõ; antes a JEOVAH serviremos.
E Josua disse ao povo: sois testimunhas contra vos mesmos, de que vos escolhestes a JEOVAH, para O servir: e disseraõ; somos testimunhas.
Deitai pois agora fóra a os deoses estranhos, que em meyo de vos ha: e inclinai vosso coraçaõ a JEOVAH DEOS de Israel.
E disse o povo a Josua: serviremos a JEOVAH nosso DEOS, e obedeceremos a Sua voz.

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Liga de lésbicas pede, e TJ-RS retira crucifixos de prédios

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) decidiu acatar, nesta terça-feira, pedido da Liga Brasileira de Lésbicas e de outras entidades sociais pela retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha. A decisão, proferida na primeira sessão do ano do conselho, foi unânime.

O relator da matéria foi o desembargador Cláudio Baldino Maciel, que afirmou que o julgamento feito em uma sala de tribunal sob um "expressivo símbolo" de uma igreja e de sua doutrina "não parece a melhor forma de se mostrar o Estado-juiz equidistante dos valores em conflito". Segundo o relator, resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o "único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios".

A sessão foi acompanhada por representantes de religiões e de entidades sociais. Nos próximos dias, será expedido ato determinando a retirada dos crucifixos.

Em fevereiro deste ano, a Liga Brasileira de Lésbicas protocolou na presidência do TJ-RS um pedido para a retirada de crucifixos das dependências do tribunal de foros do interior do Estado. O processo administrativo foi movido em recurso a decisão de dezembro do ano passado, da antiga administração do TJ-RS. Na época, o Judiciário não acolheu o pedido por entender que não havia postura preconceituosa na manutenção dos símbolos.

Terra
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Um comentário:

Luis Sousa disse...

Sr James
Vc só posta. Vc ataca padres, pastores, lesbicas, homosexuais, etc e vem para aqui de papo furado.
Vai tomar o comprimidinho. Vai. tá na hora