Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 06.ago.2017, João 6

Disse-lhes pois JESUS: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas Meu PAI vos dá o verdadeiro pão do céu.[Êxodo 16.4,8; Salmos 78.23; João 1.9; 6.33,35]
Porque o pão de DEUS é aquELE que desce do céu e dá vida ao mundo.
Porque faz que o Seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.
[João 6.50; 1João 1.1-2]
Disseram-lhe pois: SENHOR, dá-nos sempre desse pão.[João 4.15; Salmos 4.6]
E JESUS lhes disse: EU SOU o pão da vida; aquele que vem a MIM não terá fome; e quem crê em MIM nunca terá sede.[Mateus 11.28; João 5.40; 6.41; Apocalipse 7.16; Isaías 49.10; 55.1-3]

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Liga de lésbicas pede, e TJ-RS retira crucifixos de prédios

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) decidiu acatar, nesta terça-feira, pedido da Liga Brasileira de Lésbicas e de outras entidades sociais pela retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha. A decisão, proferida na primeira sessão do ano do conselho, foi unânime.

O relator da matéria foi o desembargador Cláudio Baldino Maciel, que afirmou que o julgamento feito em uma sala de tribunal sob um "expressivo símbolo" de uma igreja e de sua doutrina "não parece a melhor forma de se mostrar o Estado-juiz equidistante dos valores em conflito". Segundo o relator, resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o "único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios".

A sessão foi acompanhada por representantes de religiões e de entidades sociais. Nos próximos dias, será expedido ato determinando a retirada dos crucifixos.

Em fevereiro deste ano, a Liga Brasileira de Lésbicas protocolou na presidência do TJ-RS um pedido para a retirada de crucifixos das dependências do tribunal de foros do interior do Estado. O processo administrativo foi movido em recurso a decisão de dezembro do ano passado, da antiga administração do TJ-RS. Na época, o Judiciário não acolheu o pedido por entender que não havia postura preconceituosa na manutenção dos símbolos.

Terra
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Um comentário:

Luis Sousa disse...

Sr James
Vc só posta. Vc ataca padres, pastores, lesbicas, homosexuais, etc e vem para aqui de papo furado.
Vai tomar o comprimidinho. Vai. tá na hora