Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 21.jun.2017, Hebreus 4

Visto que temos um grande Sumo Sacerdote, JESUS, FILHO de DEUS, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
[Hebreus 6.20; 1.2-3; 8.1; 9.24; 10.12]
Porque não temos um Sumo Sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém Um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
[2Coríntios 5.21; João 8.46; Hebreus 7.26; 2.17-18]
Cheguemos pois com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.
[Efésios 3.12; Filipenses 4.6-7; Êxodo 25.17-22; Levítico 16.2; 1Crônicas 28.11]

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Liga de lésbicas pede, e TJ-RS retira crucifixos de prédios

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) decidiu acatar, nesta terça-feira, pedido da Liga Brasileira de Lésbicas e de outras entidades sociais pela retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha. A decisão, proferida na primeira sessão do ano do conselho, foi unânime.

O relator da matéria foi o desembargador Cláudio Baldino Maciel, que afirmou que o julgamento feito em uma sala de tribunal sob um "expressivo símbolo" de uma igreja e de sua doutrina "não parece a melhor forma de se mostrar o Estado-juiz equidistante dos valores em conflito". Segundo o relator, resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o "único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios".

A sessão foi acompanhada por representantes de religiões e de entidades sociais. Nos próximos dias, será expedido ato determinando a retirada dos crucifixos.

Em fevereiro deste ano, a Liga Brasileira de Lésbicas protocolou na presidência do TJ-RS um pedido para a retirada de crucifixos das dependências do tribunal de foros do interior do Estado. O processo administrativo foi movido em recurso a decisão de dezembro do ano passado, da antiga administração do TJ-RS. Na época, o Judiciário não acolheu o pedido por entender que não havia postura preconceituosa na manutenção dos símbolos.

Terra
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Um comentário:

Luis Sousa disse...

Sr James
Vc só posta. Vc ataca padres, pastores, lesbicas, homosexuais, etc e vem para aqui de papo furado.
Vai tomar o comprimidinho. Vai. tá na hora