Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 06.ago.2017, João 6

Disse-lhes pois JESUS: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas Meu PAI vos dá o verdadeiro pão do céu.[Êxodo 16.4,8; Salmos 78.23; João 1.9; 6.33,35]
Porque o pão de DEUS é aquELE que desce do céu e dá vida ao mundo.
Porque faz que o Seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.
[João 6.50; 1João 1.1-2]
Disseram-lhe pois: SENHOR, dá-nos sempre desse pão.[João 4.15; Salmos 4.6]
E JESUS lhes disse: EU SOU o pão da vida; aquele que vem a MIM não terá fome; e quem crê em MIM nunca terá sede.[Mateus 11.28; João 5.40; 6.41; Apocalipse 7.16; Isaías 49.10; 55.1-3]

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Conhecendo a Bíblia - 1º Samuel

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Bênção Verdadeira Vem Com Espiritualidade Pura

O autor de 1Samuel não é nomeado neste livro, mas é provável que Samuel ou tenha escrito ou fornecido a informação para, 1-25.1, o que engloba sua vida e ministério até sua morte. A autoria do restante de 1Samuel não pode ser determinada com certeza, mas alguns supõem que seja do sacerdote Abiatar.

Por causa da referência à cidade de Ziclague, que “pertence aos reis de Judá, até o dia de hoje” [27], e por outras referências a Judá e a Israel, sabemos que 1Samuel foi escrito depois da divisão da nação em 931 aC. Além disso, como não há menção à queda de Samaria em 722 aC, deve ser datado antes deste evento. O livro de 1Samuel cobre um período de cerca de 140 anos, começando com o nascimento de Samuel em redor de 1150 aC e terminando com a morte de Saul em redor de 1010 aC.

Israel havia sido governado por juizes que Deus levantou em momentos cruciais da história da nação; no entanto, a nação havia se degenerado moralmente e politicamente. Havia estado sob a investida violentas e desalmadas dos filisteus. O templo de Siló fora profanado e o sacerdócio se mostra corrupto e imoral. Em meio a essa confusão política e religiosa surge Samuel, o milagroso filho de Ana. De uma forma notável, a renovação e a alegria que esse nascimento trouxe à sua mãe prefiguram o mesmo para a nação.

Os próprios filhos de Samuel não eram reflexo do seu caráter piedoso. O povo não tinha confiança nos seus filhos; mas a medida em que Samuel envelhecia, pressionavam-no para que lhes desse um rei. Com relutância, ele acaba cedendo. Saul, homem vistoso e carismático, é escolhido para tornar-se o primeiro rei.

O ego de Saul era tão grande quanto a sua estatura. Pela sua impaciência, exerceu funções sacerdotais, em vez de esperar por Samuel. Depois de desprezar os mandamentos de Deus, foi rejeitado por Ele. Depois dessa rejeição, Saul tornou-se uma figura trágica, consumida por ciúme e medo, perdendo gradualmente a sua sanidade. Gastou os seus últimos anos numa incansável perseguição a Davi através das regiões montanhosas e desérticas do seu reino, num desesperado esforço para eliminá-lo. Davi, no entanto, encontrou um aliado em Jônatas, filho de Saul. Ele advertiu Davi sobre os planos do seu pai para matá-lo. Finalmente, depois que Saul e Jônatas são mortos em batalha, o cenário está pronto para que Davi se torne o segundo rei de Israel.

As semelhanças entre Jesus e o pequeno Samuel são surpreendentes. Ambos são filhos de promessa. Ambos foram dedicados a Deus antes do nascimento. Ambos forma pontes de transição de um estágio da história da nação para outro. Samuel acumulou os ofícios de profeta e sacerdote; Cristo é profeta, sacerdote e rei.
O fim trágico de Saul ilustra o destino final dos reinos terrenos. A única esperança é um Reino de Deus na terra, cujo soberano seja o próprio Deus. Em Davi começa a linhagem terrena do Rei de Deus. Em Cristo, Deus vem como Rei e virá novamente como Rei dos reis.

Davi, o pequeno e humilde pastor, prefigura a Cristo, o Bom Pastor. Jesus torna-se o Rei-Pastor definitivo.

1Samuel contém notáveis exemplos da vinda do Espírito Santo sobre os profetas, bem como sobre Saul e seus servos. Em 10.6, o Espírito Santo vem sobre Saul, que profetiza e “se transforma em outro homem”, isto é, é equipado pelo Espírito para cumprir o chamado de Deus.

Depois de ser ungido por Samuel, “desde aquele dia em diante, o Espírito do SENHOR se apoderou de Davi” [16]. O fenômeno do Espírito inspirando a adoração ocorre no cap. 10 e em 19.20. Esse fenômeno não é como o frenesi impregnado de emotividade dos pagãos, mas verdadeira adoração e louvor a Deus pela inspiração do Espírito, em semelhança ao ocorrido no dia de Pentecostes (Atos 2).

Mesmo nos múltiplos usos do éfode, Urim e Tumim, esperamos ansiosamente pelo momento em que o “Espírito da Verdade” nos irá guiar em “toda a verdade”, nos falará sobre “o que há de vir” e “há de receber do que é meu (de Jesus)” e no-lo “há de anunciar” [João 16].


Vivendo Por, Em e Para Cristo; nos interesses da Igreja que Cristo edificou.
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