Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 14.abr.2017, Jeremias 18

Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Não poderei EU fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na Minha mão, ó casa de Israel.
[Isaías 64.8; 45.9; Mateus 20.15; Jeremias 18.4; Daniel 4.23]
No momento em que falar contra uma nação, e contra um reino para arrancar, e para derrubar, e para destruir,
[Jeremias 1.10; 12.14-17; 25.9-14; 45.4; Amós 9.8]
se a tal nação, porém, contra a qual falar se converter da sua maldade, também EU ME arrependerei do mal que pensava fazer-lhe.
[Jeremias 26.3,13; Ezequiel 18.21; Juízes 2.18]

[40110]

Efésios 4.11 usado como fraude evangélica, desmistificada por 1Pedro 2.5

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Sempre que são confrontados acerca da razão aparente onde se alega para encobrir o motivo de uma necessidade em estar sob a patética “cobertura espiritual” de algum religioso com título de ‘pastor’ ou qualquer outro eclesiástico; os evangélicos e seus lideres recorrem ao pretexto fora do contexto bíblico de Efésios 4.11 pelo qual se fazem, os lideres, em homens perfeitos, à medida de CRISTO, do qual afirma que “ELE mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores”;

Entretanto, tais evangélicos e seus lideres, utilizam-se apenas deste único e isolado versículo (atitude comum aos religiosos e agregados), e assim, se revestem de uma autoridade advinda de mãos humanas, de outros homens corruptos de entendimento; e estes corruptos que fraudam a sã doutrina e as palavras divinas, são justamente os mesmos que os versículos seguintes de Efésios 4, em especial o vs. 14, vem tratar ou testemunhar em exortação, para que “não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente”.

É em demasia conflitante com a liberdade que CRISTO nos comprou na cruz do Calvário, que muitos evangélicos fiquem a mercê de homens corruptos, homens de índoles de má fé que vivem sobre outrem, pessoas incautas e inconstantes, o perfil evangélico!

Efésios 4.11 entra em conflito com a doutrina das igrejas evangélicas, mesmo por que, o contexto divino nos expressa o amor de DEUS que deu dons aos homens, e não cargos como sugerem os religiosos em suas instituições religiosas apelidadas de 'igrejas'; e para tanto, tais dons querem, pelo testemunho dos vs. 12 e 13, o “aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de CRISTO; até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do FILHO de DEUS, a homem perfeito, à medida da estatura completa de CRISTO”.

Quando somos ferrenhos contra os falsos ensinos dos homens e seus títulos, muitos pastores e seus afins nos afrontam, qualificam-nos de rebeldes e de que devemos estar sob a tutela de um religioso; entretanto, porém, devemos ressaltar que, se todos, conforme a doutrina evangélica e de tantas outras do sistema religioso, devem estar sob a cobertura espiritual religiosa, por que, cargas d’água, os senhorios [pastores, bispos, apóstolos, patriarcas, missionários, padres] dos feudos evangélicos e religiosos também não vivem sob a tutela de outros religiosos, afinal, todos, qualquer homem ou mulher que seja, somos sujeitos ao pecado e a falhas??

A aquiescência, ou o caráter que se acomoda ao gosto e vontade dos outros destes religiosos é serem completos e estarem a estatura de CRISTO??
Não, jamais, os dons são para nosso aperfeiçoamento e edificação, mas, contra esta verdade de DEUS e pela aquiescência evangélica, os lideres não necessitam de cobertura espiritual religiosa como seus vassalos membros de suas instituições apelidadas de ‘igrejas’.

Então, a superioridade arrogante e disfarçada em paternalista em relação aos outros é o fundamento em se manipular o texto bíblico de Efésios 4.11 com fins de submeter pessoas aos caprichos religiosos de homens corruptos, sanguessugas, fraudulentos e conhecedores bíblicos, que usam deste artificio para enganar, fazer presas, e se intitulam por conta própria em ‘pastores’ e outros títulos horrendos!

DEUS não deu autoridade nenhuma a qualquer homem que seja para se sobrepor, para se justapor a outro...

... e se os ‘pastores’ e outros religiosos dizem ter com base em Efésios 4.11 autoridade, quanto mais nós, qualquer um que professa a CRISTO somos, e com base em 1Pedro 2.5, como pedras vivas, “edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a DEUS por JESUS CRISTO”.

Todo e qualquer líder religioso [pastores, bispos, apóstolos, patriarcas, missionários, padres] se abstêm, se privam de maneira proposital das prerrogativas de CRISTO e das incumbências divinas aos obreiros do reino:

"Porque o FILHO do Homem também não veio para ser servido,
mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos.
" [Marcos 10; Mateus 20]



Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.


Concílio de Nicéia, a igreja católica romana, mãe das evangélicas

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Em Iznik, Anatólia ou à comumente chamada antiga Ásia Menor, realizou-se o Concílio de Nicéia, o primeiro Concílio Ecumênico da 'igreja', convocado pelo imperador pagão, Flavius Valerius Constantinus, ou a quem preferir, Constantino.

O imperador observou a coragem dos mártires cristãos durante perseguições; estes se concentravam nos grandes centros urbanos, e em especial, nos territórios inimigos;

Como um estadista sagaz, Constantino, inverteu a política vigente, da perseguição dos cristãos à promoção do Cristianismo, e através da 'igreja', promover a unidade religiosa do seu império; entretanto, não abriu mão de sua condição de sumo sacerdote do culto pagão ao "Sol Invictus", tendo um conhecimento rudimentar da doutrina cristã, e suas intervenções, religiosas, visavam em primeiro plano, fortalecer a monarquia do seu império.

Como soberano absoluto, em 325 dC, convocou 300 bispos ao Concílio de Nicéia, e assim, validar a 'igreja' de uma doutrina padrão, afinal, as divisões dentro da nova religião que nascia, ameaçam seu domínio e autoridade; necessário um Concílio afim de dar-lhe nova estrutura aos seus poderes.

Constantino explicitamente ordenou o curso das negociações, confiando o controle a uma comissão designada por ele próprio; manipulou, pressionou e ameaçou os partícipes para garantir que votariam no que ele acreditava, e não no consenso do bispado;

O Credo de Níceia não fez qualquer referência aos ensinamentos de CRISTO; mesmo por que, talvez nele já não interessassem tanto a uma religião agora sócia do poder imperial romano.

Em resumo

Na influência de Constantino e Teodósio, o Cristianismo tornou-se a religião oficial do império romano, e, por consequência, entrou no desvio;

Institucionalizou-se; surgindo o profissionalismo religioso;

Práticas exteriores do paganismo lhe foram assimiladas;

Criaram-se ritos e rezas, ofícios e oficiantes;

A estrutura teológica foi arquitetada para atender às pretensões absolutistas da casta sacerdotal, dominante, e se impunha aos fiéis com a draconiana (excessivamente severa) afirmação: "Extra Ecclesiam nulla salus”, ou "Fora da igreja não há salvação";

Constantino exigia um império unido e fortalecido, sem dissensões, e para atingir seus anseios e domínio sobre os homens e reprimir com a ditadura religiosa, as então autoridades eclesiásticas romanas deveriam manter a ignorância sobre as Escrituras;

A Bíblia deveria ser diferente; exaltando a Deus e os patriarcas, mas também, forte, se opondo ao próprio DEUS dos Hebreus;

A divindade Arcaica Oriental foi misturada às fábulas com as antigas histórias de Moisés, Elias, Isaías e tantos outros;

No quadro de privilégios e ambições, era expurgada a doutrina de exaltação à responsabilidade individual, ao empenho da renovação interior, para a simples adesão e submissão incondicional aos dogmas da 'igreja';

À perfeita assimilação aos dogmas, é necessário admitir a quintessência teológica:

"Credo quia absurdum", ou, "Acredito mesmo que seja absurdo".

Assim, por influência de Constantino, nascia uma religião forte que servia ao império romano; criando ainda o simbolismo da Sagrada Família e de todos os Santos;

Mas, as verdades do real cânone do Novo Testamento e parte das Sagradas Escrituras deveriam ser suprimidas ou ocultadas;

O Cristianismo tornava-se universal, sendo a religião imperial Católica Apostólica Romana, a poderosa, sustentada pela força e que simulava a graça divina, recomendando o arrependimento e perdão, porém na prática, derrotava inimigos a espada;

Constantino não precisa da tolerância do Cristianismo, mas de uma religião autoritária, rígida, sem evasivas, de raízes profundas no passado e promessa inflexível no futuro;

Uma religião estabelecida mediante poderes, leis e costumes terrenos;

Constantino adaptou sua religião (apostólica romana) a religião do Carpinteiro, deu-lhe origens divinas e assim impressionava o povo, o qual sabendo que JESUS era reconhecido como o próprio DEUS na nova religião que nascia, haveria, porquanto, a facilidade de impor a sua estrutura hierárquica, seu regime monárquico imperial, e assim ganhar poderes amplos, quase inatingíveis.

Em suma:

Nota-se que a religião evangélica (adotada por todas as igrejas evangélicas, denominações, instituições religiosas protestantes) aderiu a supremacia religiosa que Constantino usou para impor sua nova religião, a católica romana!!


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